“Por isso que o bandido está mandando mais que o estado”: Simão Peixoto detona governo e deputados estaduais pela crise na segurança do Amazonas
Amazonas – Durante a entrevista, conduzida por Cileide Moussallem e Henrique de Mesquita, o candidato a deputado estadual Simão Peixoto afirmou que, na avaliação dele, falta aos deputados estaduais uma atuação mais firme na fiscalização e na cobrança das ações do Governo do Amazonas.
Segundo o candidato, a Assembleia Legislativa deveria exercer com maior intensidade uma de suas principais atribuições: fiscalizar o Poder Executivo e cobrar respostas para os problemas enfrentados pela população.
Na avaliação apresentada por Simão, a falta dessa cobrança teria contribuído para o cenário atual do Estado. Ele classificou a atuação dos últimos anos como insuficiente e defendeu uma mudança de postura no Legislativo estadual.
Simão também pediu que os eleitores avaliem cuidadosamente os candidatos antes de escolher seus representantes nas urnas. Segundo ele, a população deve analisar os nomes que disputam uma vaga na Assembleia e não simplesmente repetir os votos dados em eleições anteriores.
Segurança pública
Um dos principais pontos abordados durante a entrevista foi a segurança pública. Simão Peixoto afirmou que, caso seja eleito, pretende colocar o tema entre as prioridades do mandato.
O candidato disse que seu primeiro ato na Assembleia será cobrar do próximo governador do Amazonas a convocação dos candidatos aprovados nos concursos das forças de segurança, incluindo Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros.
Segundo Simão, a medida seria necessária para reforçar o efetivo e contribuir para a estruturação da segurança pública no Estado.
A proposta apresentada pelo candidato está al
inhada ao discurso que ele vem adotando durante a campanha, no qual afirma que pretende atuar na fiscalização do poder público e cobrar medidas em áreas consideradas prioritárias, entre elas segurança, saúde, infraestrutura e geração de oportunidades.
Ao longo da entrevista, Simão reforçou que pretende levar para a Assembleia um mandato baseado na fiscalização e na cobrança do Executivo, caso conquiste uma vaga nas eleições de 2026.
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