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‘De recepção ele entende’: Marcelo Ramos critica Roberto Cidade e diz que governador entregou pouco mesmo com orçamento bilionário; veja vídeo

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‘De recepção ele entende’: Marcelo Ramos critica Roberto Cidade e diz que governador entregou pouco mesmo com orçamento bilionário; veja vídeo

Manaus – Roberto Cidade chamou a atenção durante o debate da TV A Crítica com os candidatos ao Governo do Amazonas, realizado na noite desta segunda-feira (28). Ao abordar diferentes temas, entre eles a saúde, o candidato destacou algumas entregas que geraram comentários nas redes sociais: as recepções da FCECON e do SPA do Coroado.

As entregas foram questionadas diante do orçamento bilionário do Estado, que ultrapassa R$ 240 bilhões.

Marcelo Ramos foi às redes sociais para comentar a fala do governador “tampão”. Segundo ele, as entregas são mínimas, uma vez que, tanto Roberto Cidade quanto o ex-governador Wilson Lima, não teriam construído sequer um hospital ou uma nova unidade de saúde para a população do Amazonas.

Em publicação, Marcelo Ramos afirmou:

“Esse cara só pode tá de sacanagem, ele entregou a recepção da FCECON, a recepção do SPA, com mais de 240 bilhões de reais. Roberto Cidade e Wilson Lima não construíram nenhum hospital, nenhuma unidade de saúde. O cara vai pro debate dizer que entregou a recepção. Esse cara não é sério e por isso que ele não é levado a sério pelo povo do Amazonas.”

Saúde do Amazonas vive um cenário de guerra

A saúde vem passando por momentos sombrios na gestão do atual Governador, recentemente, em Lábrea, profissionais da saúde foram às ruas para protestar contra o governador Roberto Cidade. De acordo com os manifestantes, o município estaria há quase cinco meses sem receber repasses do Governo do Estado, e o Hospital Regional de Lábrea estaria sendo mantido pela prefeitura.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, um dos manifestantes afirmou que a Prefeitura de Lábrea estaria mantendo o funcionamento do hospital com recursos próprios durante o período de atraso. Segundo ele, os custos da unidade são elevados e a situação pode comprometer a continuidade dos serviços prestados à população.

“O FTI está atrasado. Isso pode acarretar consequências severas, já que a Prefeitura Municipal de Lábrea tem aguentado esses quatro meses com recursos próprios”, afirmou.

O profissional também alertou para possíveis impactos sobre pacientes e funcionários caso os repasses não sejam regularizados. Segundo ele, a população precisa ser informada sobre a situação enfrentada pelo hospital.

“Isso vai gerar situações delicadas a nós, população, usuários e funcionários do Hospital Regional de Lábrea”, declarou.

Veja vídeo:

 

 


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