Campanha presidencial de Flávio Bolsonaro continua ativa e com agenda intensa, diz coordenador

Brasil – O senador Flávio Bolsonaro manteve sua agenda política e segue com a pré-campanha presidencial em ritmo normal, segundo afirmou nesta sexta-feira o senador Rogério Marinho, coordenador da articulação eleitoral do parlamentar.
Em entrevista à CNN Brasil, Marinho reforçou a confiança do grupo político em Flávio Bolsonaro e descartou qualquer possibilidade de mudança de candidatura. “Evidente que ele conta com a nossa confiança, será o nosso candidato e vencerá as eleições. Não há nenhuma especulação de substituição de candidatura”, declarou.
De acordo com o coordenador da pré-campanha, Flávio terá uma agenda intensa de compromissos políticos nos próximos dias, com eventos previstos no Rio de Janeiro e em São Paulo. As atividades também devem contar com a presença do governador paulista Tarcísio de Freitas, ex-ministro do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Marinho afirmou ainda que os compromissos do senador seguem mantidos sem alterações e que a mobilização política deve se intensificar na próxima semana, dentro do planejamento traçado pela equipe da pré-campanha.
As declarações ocorreram após reportagens apontarem que Flávio Bolsonaro teria solicitado apoio financeiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para a produção de um filme sobre Jair Bolsonaro. Segundo Marinho, ele não tinha conhecimento prévio da relação entre os dois, mas ressaltou que o financiamento estaria protegido por cláusulas de confidencialidade.
O senador também afirmou que não vê irregularidade na relação e explicou que a equipe avalia a possibilidade de tornar o contrato público. Segundo ele, caso seja identificada eventual origem ilícita dos recursos, os valores serão devolvidos.
O caso veio à tona após reportagem publicada pelo site The Intercept Brasil, baseada em dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro, investigado pela Polícia Federal no âmbito de apurações relacionadas ao Banco Master. A existência das informações também foi confirmada por fontes da investigação à agência Reuters.








