Advogado da Trump Media Group diz que é ‘praticamente impossível que EUA reconheça resultado das eleições no Brasil’; veja vídeo
Mundo – O advogado Martin De Luca representa a Trump Media & Technology Group. O jurista levantou questionamentos graves nesta segunda-feira (26/10) sobre o andamento do pleito de 2026. A disputa encerrou com a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para um quarto mandato presidencial. O representante estadunidense criticou abertamente o resultado das eleições no Brasil.
Inicialmente, o advogado concedeu uma entrevista exclusiva ao programa “Análise WW” da CNN Brasil. Dessa forma, De Luca afirmou algo surpreendente para os telespectadores. Ele classificou os acontecimentos deste domingo (25) como inesperados e não usuais. Além disso, o jurista chamou o processo eleitoral de muito estranho. Consequentemente, a comunidade internacional debate a situação atual. Ele descreveu o momento como descarado e sem precedentes na história do Brasil.
Desconfiança com o TSE e o STF
De fato, o advogado manifestou forte desconfiança. Ele questionou a atuação direta das instituições brasileiras. Ele focou nos episódios recentes envolvendo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF). Em seguida, De Luca criticou uma “janela de duas horas misteriosa”. Uma decisão rápida do ministro Cristiano Zanin gerou essa prorrogação no horário de votação.
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Portanto, o jurista destacou o passado profissional de Zanin. O magistrado atuou como advogado pessoal e eleitoral do presidente Lula. Segundo ele, a atitude do ministro não possui qualquer justificativa jurídica. Além disso, a ordem judicial contrariou a posição dos demais membros do TSE. Na prática, a relação entre as duas Cortes gera graves conflitos. Os questionamentos sobre as competências institucionais criaram dúvidas sobre a condução da disputa.
Repercussão internacional da eleição brasileira
Por outro lado, o entrevistado avaliou o impacto externo. Ele concluiu um cenário difícil para as nossas relações diplomáticas. Os governos estrangeiros enfrentarão dificuldades para validar o pleito. Segundo o advogado, os Estados Unidos e a Argentina não aceitarão o resultado facilmente. Outros países da região também acompanharão essa rejeição de perto.
Contudo, os líderes internacionais não ignorarão os fatos controversos da votação. No entanto, as declarações de De Luca representam apenas uma avaliação do cenário internacional. Apesar disso, a fala não constitui uma comprovação técnica de irregularidades nas urnas eletrônicas. Em suma, o mundo monitora a nossa política nacional. Por fim, o país aguarda os próximos desdobramentos diplomáticos.




