Terror no AM: Identificado suspeito de manter mãe e filha reféns durante assalto violento em Coari

Amazonas – A Polícia Civil do Amazonas intensificou, nesta quinta-feira (7), as buscas por João Vitor Alves de Souza. Ele é apontado como um dos principais integrantes de um bando criminoso que semeou o terror em uma residência no município de Coari (a 363 quilômetros de Manaus) na última terça-feira (5). Durante a ação, uma família foi mantida em cárcere privado e uma jovem de 24 anos foi vítima de violência sexual.
Madrugada de Violência e Barbárie
O crime, que chocou os moradores da “Terra do Gás”, ocorreu durante a madrugada, quando homens armados e encapuzados invadiram o imóvel. Segundo o relatório das investigações, as vítimas — mãe e filha — foram rendidas sob forte ameaça de morte e submetidas a agressões físicas constantes.
- A crueldade do bando foi além do roubo de bens materiais:
- Cárcere Privado: As vítimas foram impedidas de sair da residência por horas.
- Tortura Psicológica: Foram mantidas sob a mira de armas enquanto os criminosos reviravam a casa.
- Violência Sexual: Durante o assalto, a jovem de 24 anos foi estuprada por um dos criminosos, crime que agora qualifica a investigação como de extrema gravidade.
Investigação e Identificação
O delegado José Barradas, titular da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Coari, confirmou que o trabalho de inteligência permitiu identificar João Vitor como um dos participantes ativos da invasão.
“Nossas equipes seguem em diligências ininterruptas. Já identificamos o João Vitor e o próximo passo é retirá-lo de circulação, assim como os demais envolvidos nesta barbárie”, afirmou a autoridade policial.
Até o momento, João Vitor Alves de Souza é considerado foragido da justiça.
- Como Ajudar: Denuncie
- A Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e a Polícia Civil pedem a colaboração da população para localizar o suspeito. Qualquer detalhe que leve ao paradeiro de João Vitor pode ser crucial para o desfecho do caso.
- Canais de Denúncia:
- Telefone direto (Coari): (92) 98200-0184
- Disque-Denúncia Geral: 181
A polícia reforça que o sigilo é absoluto e o denunciante não precisa se identificar. A rápida captura dos envolvidos é tratada como prioridade para garantir a ordem pública e a justiça para as vítimas no interior do estado.








