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Sorveteiro é preso 14 anos após ter sido reconhecido por matar a ex a facadas

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Sorveteiro é preso 14 anos após ter sido reconhecido por matar a ex a facadas

Brasil – A justiça brasileira demonstrou que o tempo pode ser longo, mas não é infinito para quem tenta apagar o passado. Após 14 anos de fuga, um homem de 34 anos foi finalmente detido nesta quinta-feira (26/3), em Rio Verde, Goiás. O crime, que chocou o Mato Grosso em 2012, teve um desfecho inesperado: o assassino vivia uma vida comum e pacata como entregador de sorvetes.

O Crime: Um Término Não Aceito

A história remete a 2012, na cidade de Primavera do Leste (MT). Jullis Rodrigues de Souza, de apenas 19 anos, tentava seguir sua vida após o fim de um relacionamento de três anos. O ex-companheiro, no entanto, não aceitava o rompimento.

Aproveitando-se de um momento em que a jovem estava sozinha em casa, o agressor a atacou brutalmente com um golpe de faca na garganta. Pela crueldade e pela motivação fútil, o caso foi classificado como homicídio qualificado por motivo torpe e meio cruel.

A Vida Sob Disfarce

Embora tenha sido condenado em 2018 a uma pena de 16 anos de prisão em regime fechado, o homem nunca chegou a iniciar o cumprimento da sentença. Ele desapareceu logo após o julgamento, tornando-se um dos nomes prioritários na lista de foragidos da justiça mato-grossense.

A reviravolta aconteceu quando o setor de inteligência das Polícias Civis de Mato Grosso e Goiás cruzou informações que indicavam o paradeiro do suspeito. Longe de esconder-se em áreas rurais isoladas, ele trabalhava à luz do dia em Rio Verde, Goiás. O homem mantinha uma aparência de normalidade enquanto circulava pela cidade como entregador de sorvetes, cargo que ocupava há algum tempo.

A prisão foi o resultado de uma operação conjunta e estratégica. Sem esboçar reação que pudesse evitar o inevitável, o homem foi capturado e encaminhado à delegacia local.

Com a prisão efetuada, o ciclo de impunidade que durava mais de uma década se encerra. O condenado permanece agora à disposição do Judiciário e deve ser transferido para uma unidade prisional para iniciar o cumprimento de sua pena de 16 anos pelo assassinato de Jullis Rodrigues.


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