Brasília Amapá Roraima Ceará Pará |
Manaus
º

Capitão Dilson aciona polícia após ser acusado pelo CV de “arrochar” 2,5 toneladas de drogas no AM; veja vídeo

Compartilhe
Capitão Dilson aciona polícia após ser acusado pelo CV de “arrochar” 2,5 toneladas de drogas no AM; veja vídeo

Amazonas – Um suposto comunicado de uma facção criminosa está viralizando em grupos no aplicativo WhatsApp nasta terça-feira (13/10). O texto acusa diretamente o policial militar Capitão Dilson Castro. O documento atribui a autoria da mensagem ao Comando Vermelho no Amazonas. Primeiramente, a facção acusa o oficial de comandar um “arrocho” milionário. O termo refere-se ao roubo de 2,5 toneladas de drogas. Segundo a narrativa dos criminosos, o fato teria ocorrido perto de Jutaí. Contudo, o oficial gravou um vídeo rebatendo a acusação imediatamente. Consequentemente, ele classificou a história como fake news e acionou a polícia.

O Comunicado da Facção Criminosa

A facção criminosa divulgou detalhes da suposta emboscada no rio. Segundo o grupo, sobreviventes de uma rota fluvial reconheceram o capitão. Assim, eles acusaram o agente de interceptar a carga de entorpecentes. Além disso, os criminosos alegam a participação de supostos “piratas do rio”. Dois barcos rápidos teriam dado suporte durante toda a abordagem. Em seguida, os suspeitos afirmam que os agentes dividiram o material. Uma parte da droga teria seguido rumo ao Baixo Solimões. Portanto, os invasores descarregariam a mercadoria ilegal em Manacapuru.

Ademais, a mensagem faz acusações infundadas contra várias forças de segurança. O texto cita agentes do GAECO, da Polícia Federal e da CORE. Por fim, o grupo criminoso faz ameaças duras e diretas. “Quem for pego comprando, negociando ou ocultando a carga sofrerá consequências severas”, ameaça o informe.

Resposta Firme do Capitão Dilson nas Redes

Surpreendido com a repercussão, o oficial usou as redes sociais. Ele negou qualquer envolvimento com o episódio criminoso de forma enfática. No vídeo divulgado, o capitão destacou o seu histórico profissional ilibado. Afinal, a corporação conhece seu padrão de trabalho rigoroso contra o crime organizado. Além disso, o policial pontuou um fato importante sobre grandes apreensões. Se ele tivesse interceptado esse material, a imprensa já teria divulgado tudo oficialmente.

“Fui surpreendido com mensagens sobre um roubo de entorpecentes atribuído a mim. Quem me conhece sabe meu padrão profissional. Comigo não tem acordo”, declarou com firmeza o militar. Dessa forma, ele definiu o texto como uma simples história falsa inventada por criminosos.

Denúncia na Delegacia de Crimes Cibernéticos

Para combater a calúnia, o militar adotará medidas legais cabíveis. Ele confirmou que registrará queixa-crime nas instâncias investigativas adequadas. “Irei na Delegacia de Crimes Cibernéticos amanhã para formalizar a denúncia. O caso passará por apuração rigorosa. Nós vamos identificar os responsáveis”, alertou o agente.

A Polícia Civil do Amazonas deverá investigar a origem da mensagem difamatória. Os peritos rastrearão quem redigiu e espalhou o material criminoso. Afinal, a criação de notícias falsas contra agentes públicos configura crime grave na legislação.


Leia também: Confira mais notícias policiais e as ações contra o narcotráfico no Amazonas.


Siga-nos no Google News Portal CM7

Banner Rodrigo Colchões Abaixo do Post

Portal CM7Portal CM7Portal CM7
Carregar mais