Donald Trump afirma que ‘Cuba também irá cair’; veja vídeo
Mundo – A geopolítica das Américas sofreu um novo abalo nesta quinta-feira (5). Enquanto os olhos do mundo se voltam para o conflito no Oriente Médio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou uma previsão contundente sobre o futuro do regime cubano: “Cuba também vai cair”.
A declaração ocorre em um momento de extrema fragilidade para a ilha caribenha, que enfrenta um colapso em seu sistema elétrico e o isolamento político após a recente captura de Nicolás Maduro em Caracas, um evento que desestabilizou o eixo de influência de esquerda na região.
Em entrevista ao portal Politico, Trump foi enfático ao ligar o destino de Havana à queda do regime chavista. Segundo o republicano, a interrupção do fluxo de recursos vindos da Venezuela é o golpe de misericórdia na economia da ilha. Veja vídeo:
“Cuba também vai cair. Cortamos todo o petróleo, todo o dinheiro, tudo o que vinha da Venezuela, que era a única fonte. E eles querem fazer um acordo”, afirmou o mandatário.
Questionado sobre a interferência direta de Washington na tentativa de derrubada do governo cubano, Trump descreveu a situação como a “cereja do bolo”. Ele também aproveitou para elogiar a atuação de Delcy Rodríguez, atual presidente interina de Caracas, afirmando que ela “está fazendo um trabalho fantástico”.
Ilha às escuras e pressão diplomática
A situação humanitária em Cuba é crítica. Nos últimos dias, dois terços do país ficaram sem energia elétrica devido a uma falha massiva no sistema nacional. A empresa estatal Unión Eléctrica (UNE) tenta, sem sucesso imediato, restabelecer o serviço para milhões de cidadãos que sofrem com a falta de combustível para as usinas termelétricas.
Embora Trump tenha admitido que a nação caribenha “precisa de ajuda” e que os EUA mantêm canais de comunicação abertos com a liderança comunista, ele não escondeu que o agravamento da crise é resultado da estratégia de pressão máxima exercida por sua administração.
Contexto Global: Um tabuleiro em chamas
A fala de Trump não ocorre no vácuo. O cenário internacional está sob alta tensão com eventos simultâneos que redesenham as alianças globais:
- Irã em crise: Relatos indicam a morte do ex-presidente iraniano em ataques recentes.
- Ataque aos Aiatolás: Forças de EUA e Israel atingiram o local onde 88 líderes supremos estavam reunidos.
- Líbano: Em decisão histórica, o governo local baniu as atividades militares do Hezbollah.
Com a queda de Maduro e o enfraquecimento de seus aliados no Oriente Médio, o governo Trump parece apostar que o efeito dominó atingirá Havana em breve, forçando uma transição política ou um acordo sob os termos de Washington.


