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Sucessão planejada na Hapvida desmente mais uma mentira do BNC

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Sucessão planejada na Hapvida desmente mais uma mentira do BNC

Brasil – O blog BNC Amazonas tem promovido uma verdadeira campanha de desinformação contra a empresa Hapvida (HAPV3). Sob tom alarmista, a fake news intitulada “Em crise profunda, Hapvida troca CEO; vice renuncia”, o site tenta pintar um quadro de caos interno na companhia, alegando que o vice-presidente Alain Benvenuti “declinou da liderança” do grupo e que a escolha do novo CEO seria uma “manobra” para acalmar o mercado.

Nada mais falso. Fontes oficiais e análises de mercado mostram que a sucessão na Hapvida é um processo estruturado, planejado e elogiado por sua abordagem madura de governança — exatamente o oposto do descrito pelo BNC.

De acordo com o Fato Relevante divulgado pela Hapvida em 22 de dezembro, a transição foi decidida pelo Conselho de Administração após um plano sucessório iniciado ainda em 2024, com avaliação formal de candidatos e apoio de consultoria internacional. Jorge Pinheiro, CEO desde 2001, migrará gradualmente para a presidência executiva do Conselho ao longo de 2026, enquanto Luccas Augusto Adib — atual vice-presidente de Finanças e Tecnologia, na casa há seis anos — será preparado para assumir o comando operacional.

Analistas do Safra, JP Morgan, Citi e Bradesco BBI destacam o acerto da transição prolongada, que preserva continuidade em meio ao turnaround pós-fusão com a NotreDame Intermédica. O Safra, por exemplo, elogia Adib como “executivo de alto perfil” com habilidades em finanças, tecnologia e jurídico, ideais para o momento atual. O JP Morgan vê potencial para maior disciplina de capital e rigor na execução.

Quanto à saída de Alain Benvenuti, o BNC inventa que ele “declinou da liderança” — ou seja, que recusou ser o novo CEO. Pura ficção. O comunicado oficial da Hapvida informa não só a renúncia de Benvenuti ao cargo de diretor estatutário e vice-presidente de Operações, com substituição imediata por Cidéria Costa, executiva interna com forte experiência em eficiência operacional e inovação, mas também a saída dele do grupo da empresa. Veículos sérios como Valor Econômico, Seu Dinheiro, Brazil Journal e Money Times reportam exatamente isso: uma renúncia ao cargo operacional, sem qualquer menção a recusa de promoção ou medo de responsabilidade patrimonial, como insinua o BNC. Pelo contrário, em nota oficial sobre sua saída, Benvenuti enfatiza: “Waw que jornada maravilhosa olhem só : Crescimento acelerado e entrada em todas as capitais do país, IPO da empresa, aquisições de mais de 20 companhias , integrações de sistema e processos em todas elas , 2 anos da maior pandemia da história , modelo de verticalizacao padronizada em todas as capitais, uma das maiores incorporações feita no Brasil e por fim integração entre as duas maiores operadoras de saúde do país . Eu só tenho gratidão por tudo que eu vivi , aprendi e me entreguei de corpo e alma pela missão, propósito e valores dessa empresa. (…) Saio com orgulho do que construímos juntos e com a convicção de que o Hapvida segue preparado para os próximos desafios, com um time forte, uma base sólida e um propósito claro”.

Não é a primeira vez que o BNC Amazonas distorce realidades corporativas para gerar sensacionalismo. A Hapvida desmentiu categoricamente as fake news publicadas anteriormente, explicando que os resultados do 3T25 mostram solidez financeira:

Receita líquida de R$ 7,775 bilhões (+6% YoY); Lucro líquido ajustado de R$ 337,7 milhões; Endividamento controlado em 1,00x Dívida Líquida/EBITDA; Todas as operadoras com superávit de capital regulatório.

A sinistralidade mais alta (75,2%) é explicada por fatores pontuais e sazonais, além de investimentos planejados na expansão da rede própria (917 novos leitos e 25 unidades ambulatoriais adicionadas em 2025), que pressionam temporariamente os custos mas visam controle de longo prazo. Além disso, a companhia destacou melhorias operacionais, como redução de 41% nas NIPs e atendimento rápido em prontos-socorros. Como prova de confiança, a família controladora (Pinheiro) aumentou sua participação para acima de 40% e a empresa anunciou um programa longo e intenso de recompra de ações.


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