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Caminhoneiros avançam em negociação com Governo Federal e afastam risco de greve por causa da alta do diesel

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Caminhoneiros avançam em negociação com Governo Federal e afastam risco de greve por causa da alta do diesel

Brasil – Uma rodada estratégica de negociações entre o governo federal e lideranças do transporte rodoviário, realizada nesta quarta-feira (25/3) no Palácio do Planalto, resultou em um alívio temporário nas tensões do setor. O encontro terminou sem a decretação de uma paralisação, com ambas as partes focadas na consolidação da Medida Provisória (MP) que estabelece o piso mínimo do frete.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que o texto atual da MP contempla as principais reivindicações da categoria. Segundo o ministro, a prioridade absoluta do Executivo agora é garantir que o projeto não sofra desidratação ou alterações negativas durante sua tramitação no Congresso Nacional.

Diálogo e Manutenção da MP

Como resultado prático da reunião, foi instalada uma mesa de diálogo permanente para monitorar o andamento da medida. Uma nova rodada de conversas técnicas já foi agendada para o final do dia.

“Eles decidiram não fazer greve porque foram atendidos. Existiam grupos que apostaram no caos para fazer politicagem eleitoral, mas as organizações tiveram a responsabilidade de olhar para os trabalhadores”, declarou Boulos após o encontro.

Apesar do otimismo oficial, o cenário para o futuro permanece em aberto. Lideranças dos caminhoneiros ressaltaram que a mobilização agora deixa as rodovias e se desloca para o campo político. “A greve ocorre quando há perdas, não quando há ganhos. Ganhamos uma batalha, mas a disputa agora é no Congresso”, afirmou Luciano Santos, presidente de sindicato em Santos, reforçando que a categoria vigiará qualquer tentativa de retrocesso no texto original.

Fiscalização Rigorosa

Para assegurar o cumprimento do piso do frete e combater pressões no mercado de combustíveis, o governo anunciou um pacote de medidas de controle: Ações Conjuntas: Intensificação da fiscalização por meio da ANP, Polícia Federal, Senacon e Procons em todo o território nacional. Foco nas Distribuidoras: O governo criticou a postura de certas empresas, afirmando que os caminhoneiros não devem arcar com a “ganância” do setor de diesel. Punições da ANTT: A Agência Nacional de Transportes Terrestres detalhou que utilizará fiscalização eletrônica e cruzamento de dados. Transportadoras que descumprirem a tabela mínima podem sofrer suspensão cautelar e perda definitiva do registro em caso de reincidência.


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