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Quem é a empresa M. S. da Cunha que faturou R$ 5,8 milhões com contrato para fornecer marmitas para Sejusc

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Quem é a empresa M. S. da Cunha que faturou R$ 5,8 milhões com contrato para fornecer marmitas para Sejusc

Amazonas – A Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (SEJUSC), comandada pela secretária Jussara Pedrosa Celestino da Costa, firmou um contrato no valor de R$ 5.898.600,00 para o fornecimento de alimentação preparada, popularmente conhecida como marmitas.

A empresa vencedora do certame foi a M. S. da Cunha Ltda, cujo responsável legal é M. S. da Cunha.

A contratação foi homologada no dia 22 de janeiro de 2026, por meio do Pregão Eletrônico nº 580/2025-CSC, no âmbito do Governo do Amazonas, sob a gestão do governador Wilson Lima (União Brasil).

Registrada no CNPJ nº 18.252.366/0001-13, a M. S. da Cunha Ltda passa a administrar um contrato de valor elevado para um serviço considerado básico.

O montante chama atenção por ocorrer em uma secretaria voltada à promoção de direitos humanos e cidadania, áreas que historicamente enfrentam limitações orçamentárias.

Apesar da cifra milionária, o extrato do contrato não apresenta dados detalhados que permitam à sociedade acompanhar a execução do serviço, como a quantidade de refeições previstas, o custo unitário das marmitas, o período de vigência do contrato e os pontos de entrega.

A ausência dessas informações compromete o princípio da transparência previsto na administração pública e dificulta a fiscalização por órgãos de controle e pela população.

Especialistas em gestão pública afirmam que contratos dessa natureza exigem detalhamento técnico justamente para evitar desperdícios e garantir a correta aplicação dos recursos públicos.

A homologação e a validação do contrato ocorreram sob a responsabilidade direta da secretária Jussara Pedrosa Celestino da Costa, chefe da SEJUSC. Embora o despacho administrativo informe que o processo seguiu os trâmites legais, não há esclarecimentos públicos adicionais sobre os critérios adotados para definição do valor global do contrato.

Até o momento, nem a SEJUSC, nem o Governo do Amazonas, nem a empresa M. S. da Cunha Ltda se manifestaram publicamente para esclarecer os detalhes do contrato ou informar como será feita a fiscalização da execução dos serviços.

O caso reforça a necessidade de maior transparência nos gastos públicos, especialmente quando envolvem valores milionários e áreas sensíveis da administração estadual.

Veja documentos 


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