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Ministro Luiz Fux dá resposta firme às provocações de Gilmar Mendes e cita ‘PF Paralela’; veja vídeo

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Ministro Luiz Fux dá resposta firme às provocações de Gilmar Mendes e cita ‘PF Paralela’; veja vídeo

Brasil – O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) presenciou mais um momento de forte tensão durante a sessão extraordinária que julga a petição 16.662. O ministro Luiz Fux fez um duro pronunciamento em que criticou abertamente a conduta da Polícia Federal em relação à Corte, trazendo à tona os bastidores de uma grave crise institucional.

Em sua fala, Fux classificou o envio de um documento apócrifo ao Supremo como uma prova clara das irregularidades cometidas pela corporação investigativa. O ministro destacou que tais ações representam desvios significativos praticados pela Polícia Federal e demonstram um aparelhamento perigoso contra as instituições da República.

O magistrado também revelou detalhes das tensões envolvendo diretamente o Palácio do Planalto. Ele relembrou um episódio em que seu colega de Corte, Gilmar Mendes, foi à sede do Executivo para fazer cobranças contundentes. Segundo Fux, Mendes afirmou no Planalto que o governo era o responsável por permitir que a escalada da crise entre a corporação policial e o STF acontecesse de forma desenfreada.

O Ministro André Mendonça também reforçou o apontamento de Fux, apontando que documentos teriam sido elaborados por integrantes da própria PF fora dos procedimentos regulares da instituição. O ministro questiona a legalidade desse material e afirma que os relatórios foram utilizados para levantar informações sobre sua atuação na condução das investigações do Banco Master. “Nós temos hoje uma PF paralela, uma PF paralela, com monitoramento de ministros. Não pense que você está salvo não, ministro”.

Elevando o tom das críticas, o ministro declarou de forma enfática que nunca se imaginou que a Polícia Federal ousaria peitar um ministro do Supremo Tribunal Federal. Fux acusou a corporação de instrumentalizar suas posições e investigações com o objetivo claro de degradar a imagem da Corte, pontuando que esse cenário de enfrentamento contra os magistrados foi o verdadeiro estopim de toda a crise atual.


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