Ministra Cármen Lúcia vota em BH e defende atuação da Justiça Eleitoral
Brasil – O segundo turno das disputas presidenciais mobiliza autoridades em todo o país. A ministra Cármen Lúcia vota em BH na manhã deste domingo (25) em um clima de grande tranquilidade. A magistrada do Supremo Tribunal Federal (STF) registrou o seu voto no Colégio Santo Agostinho. A tradicional instituição de ensino fica localizada na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. A autoridade chegou à sua seção eleitoral por volta das 8h e conversou com diversos cidadãos presentes no local.
Recepção do Público e Fotos com Eleitores
Inicialmente, o público tietou a ministra intensamente durante a sua passagem pelos corredores. A magistrada posou para várias fotos ao lado de eleitores de diferentes perfis políticos. De fato, ela tirou retratos com um homem vestido com a camisa da Seleção Brasileira e com um jovem usando a camisa do Partido dos Trabalhadores (PT). Consequentemente, a ministra demonstrou simpatia e cumprimentou todos os presentes com acenos amigáveis antes e depois de se dirigir à urna eletrônica.
Defesa da Justiça Eleitoral e Confiança nas Instituições
Em seguida, a magistrada concedeu uma breve entrevista aos profissionais de imprensa após a votação. Ela reiterou a sua total confiança nas instituições democráticas do país. Além disso, a ministra defendeu fortemente a atuação da Justiça Eleitoral na condução imparcial do pleito. “A Justiça Eleitoral tem um papel principal na eleição, o ramo da Justiça Eleitoral foi criado para isso, e está cumprindo seu papel”, declarou a autoridade judicial.
Retrospecto do Primeiro Turno e Apoio à Imprensa
Por outro lado, a recepção amigável e a postura serena da ministra seguiram exatamente o mesmo padrão do primeiro turno. Naquela data de 4 de outubro, os eleitores aplaudiram Cármen Lúcia calorosamente na fila do mesmo colégio eleitoral. Ela também atendeu a diversos pedidos de fotos com a população local. Em suma, ao deixar o local de votação no início do mês, a magistrada aproveitou para destacar a extrema importância da imprensa. Ela avaliou o trabalho jornalístico como uma função de relevância “mais do que qualquer outro poder” para a estabilidade da democracia do Brasil.
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