Governador passa vergonha na frente da PM: Se não sabe como se portar diante da tropa, como pretende comandar a segurança?; veja vídeo

Amazonas – Era para ser uma solenidade de reforço à Segurança Pública, mas uma cena envolvendo o governador Roberto Cidade acabou roubando parte da atenção nesta segunda-feira (31).
Durante o evento que marcou o lançamento das operações Bairro Seguro e Ocupação, diante de uma tropa militar formada e seguindo o protocolo da solenidade, Cidade aparenta hesitar sobre como deveria se posicionar enquanto os policiais permanecem firmes na postura militar. A agenda reuniu ainda mais de 500 alunos-soldados que começaram estágio operacional nas ruas de Manaus.
E foi justamente o contraste que chamou atenção.
Enquanto os militares seguem todo aquele ritual rígido, postura alinhada e protocolo na ponta da botina, o governador aparece aparentemente tentando entender qual seria o próximo movimento diante da tropa.
A cena pode parecer apenas um momento de desconforto em uma cerimônia, mas acabou rendendo críticas justamente porque Cidade ocupa hoje o posto de chefe do Executivo estadual e participa diretamente das decisões relacionadas à Segurança Pública.
E aí fica a pergunta…
Comandar a segurança de um estado evidentemente vai muito além de saber executar protocolo militar. Envolve orçamento, planejamento, inteligência, estrutura, efetivo e gestão.
Mas a imagem diante dos soldados tem peso simbólico.
Se diante de uma tropa formada o governador aparenta não dominar nem mesmo o protocolo daquele momento, críticos passaram a questionar qual é o nível de familiaridade dele com a estrutura que agora está sob seu comando.
No mesmo evento, Cidade anunciou que mais de 500 alunos-soldados reforçarão o policiamento em diferentes zonas da capital, em ações que incluem patrulhamento preventivo, ostensivo e operações voltadas ao combate ao crime organizado.
No fim, a cerimônia que deveria mostrar autoridade e reforço na segurança acabou deixando também outra imagem circulando: a de um governador aparentemente perdido por alguns instantes diante da própria tropa.
E a pergunta que ficou para quem assistiu à cena é simples: se o protocolo já causa confusão, como será na hora de comandar problemas bem maiores?

