Enquanto João Campelo recebe mais de R$ 51 milhões, pacientes são jogados no caos da saúde em Itamarati; veja documentos

Amazonas – A gestão do prefeito João Campelo (MDB), voltou ao centro das críticas em Itamarati, no interior do Amazonas, após denúncias sobre as condições precárias do hospital do município.
O caso ganhou repercussão porque, mesmo com mais de R$ 51 milhões em caixa, a principal unidade de saúde da cidade apresenta sinais de abandono, infiltrações e problemas estruturais.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram paredes deterioradas, áreas desgastadas e ambientes considerados inadequados para pacientes e profissionais da saúde.
O cenário revoltou moradores, que passaram a responsabilizar diretamente a administração de João Campelo pela situação enfrentada pela população.

As denúncias aumentaram após a divulgação de informações apontando o alto valor disponível nos cofres da prefeitura. Para os moradores, a realidade do hospital não condiz com a condição financeira do município.
“O dinheiro existe, mas a saúde está abandonada”, criticou um morador nas redes sociais. A indignação tomou conta da cidade e o assunto passou a ser tratado como um dos maiores escândalos recentes envolvendo a gestão municipal.
Além da estrutura precária, moradores também relatam dificuldades no atendimento e cobram investimentos urgentes na saúde pública.
Muitos questionam para onde estão indo os recursos enquanto pacientes continuam enfrentando problemas dentro do hospital.

A crise gerou forte repercussão na cidade de Itamarati e aumentou a pressão sobre o prefeito João Campelo, que até o momento não apresentou explicações públicas sobre a situação da unidade hospitalar nem anunciou medidas imediatas para recuperação do local.
Enquanto isso, pacientes e profissionais seguem convivendo diariamente com a precariedade dentro do hospital de Itamarati.
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