Enquanto Augusto Ferraz tenta eleger sua esposa deputada estadual, pacientes são humilhados por falta de ambulâncias em Iranduba; veja vídeo

Amazonas – A saúde pública de Iranduba voltou ao centro das discussões após novas denúncias envolvendo o atendimento aos pacientes da rede municipal.
O episódio mais recente, relacionado à saída de um paciente do Hospital Regional Hilda Freire sem transporte em ambulância, aumentou a pressão sobre a administração municipal e trouxe novamente o nome da primeira-dama e ex-secretária de Saúde, Luana Ferraz.
Segundo familiares, o paciente teria deixado a unidade hospitalar sem o suporte de uma ambulância disponibilizada pelo serviço de saúde, sendo transportado por parentes em um veículo particular. A situação, registrada e compartilhada nas redes sociais, provocou indignação entre moradores e levantou questionamentos sobre a capacidade da rede municipal em garantir assistência adequada aos pacientes.
Para parte da população, o caso representa o reflexo de uma série de problemas que vêm sendo apontados na saúde do município e aumenta a cobrança por respostas da gestão responsável pelo setor.
Além da denúncia envolvendo transporte de pacientes, moradores também relatam dificuldades relacionadas à estrutura do Hospital Regional Hilda Freire, com queixas sobre equipamentos, atendimento e demora na realização de procedimentos.
Por ter ocupado o comando da Secretaria Municipal de Saúde e atualmente exercer papel de destaque como primeira-dama, Luana Ferraz passou a ser apontada por críticos como uma das principais figuras a prestar esclarecimentos sobre os problemas relatados pela população.
Moradores questionam quais medidas foram adotadas para evitar situações como a denunciada no hospital e cobram transparência sobre investimentos, funcionamento dos serviços e melhorias na estrutura de atendimento.
Diante das denúncias, cresce a expectativa por uma manifestação da Prefeitura de Iranduba e da Secretaria Municipal de Saúde para apresentar esclarecimentos e informar quais providências serão tomadas.
Enquanto isso, pacientes e familiares continuam cobrando um atendimento público mais eficiente, com estrutura adequada e garantia de assistência nos momentos de maior necessidade.
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