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Após ex-mulher sofrer tentativa de suborno, Sargento Salazar ameaça governador Roberto Cidade: “eu respondo por matar bandido e vagabundo”; veja vídeo

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Após ex-mulher sofrer tentativa de suborno, Sargento Salazar ameaça governador Roberto Cidade: “eu respondo por matar bandido e vagabundo”; veja vídeo

Manaus – A política local foi sacudida por um pronunciamento contundente do Sargento Salazar nesta segunda-feira (8/6), que utilizou seu tempo de fala para denunciar o que ele classifica como uma tentativa suja de destruição de reputação. O alvo das críticas foi Roberto Cidade, a quem Salazar se referiu repetidamente pelo apelido pejorativo de “Pão Molhado”.

O estopim do conflito, segundo a versão apresentada por Salazar, foi uma investida contra a mãe de seu filho. O sargento exibiu no telão do plenário capturas de tela de uma conversa de WhatsApp. Segundo ele, os prints mostram uma ex-tenente (identificada como Aderlene), supostamente agindo a mando de aliados políticos do governo, tentando aliciar a sua ex-esposa.

De acordo com o relato do vereador, foram oferecidos “milhões, casa e contrato no governo” para que a mulher revelasse informações que pudessem prejudicá-lo politicamente. No entanto, as mensagens expostas mostram a ex-esposa recusando a oferta, afirmando que não teria “coragem de sacanear o Salazar” e que preferia manter a “paz e a consciência tranquila” a aceitar o dinheiro fácil.

Salazar classificou a atitude dos adversários como covarde, declarando que “com família ninguém se mexe”, e relembrou um suposto episódio do ano passado em que teriam tentado usar um detento para forjar provas contra ele.

Acusações Pessoais e Ameaça Aberta

O pronunciamento escalou rapidamente de uma denúncia de chantagem política para ataques pessoais diretos. Salazar acusou Roberto Cidade de ser o detentor dos “maiores contratos do Estado” e fez um paralelo agressivo sobre os históricos criminais de ambos.

Em uma tentativa de desmoralizar o adversário, Salazar afirmou que nunca agrediu uma mulher e acusou Cidade de responder a processos por violência doméstica. Para finalizar, o sargento assumiu seus próprios processos legais, mas os justificou com base em sua atuação policial, proferindo uma ameaça clara e direta:

“Eu nunca bati em mulher! […] Não respondo nenhum processo por violência doméstica que nem você responde. Eu respondo por homicídio. Por matar bandido! Matar vagabundo, Pão Molhado! E eu tô preparado até pra morte. Vem pra cima!”

O vídeo, que já circula intensamente, escancara uma guerra declarada entre as partes. Até o momento, a versão exposta baseia-se unicamente nas declarações e nos prints apresentados pelo Sargento Salazar em seu discurso. Roberto Cidade e os demais citados (como o Major Eduardo Reis e a ex-tenente Aderlene) se encontram agora no centro destas graves acusações de corrupção, aliciamento e chantagem, abrindo espaço para os próximos desdobramentos legais e políticos deste embate.


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