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Urgente: dona do CM7 e filhos são ameaçados de m0rte por Paola Valeiko, enteada de Arthur Neto; ouça áudios

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Urgente: dona do CM7 e filhos são ameaçados de m0rte por Paola Valeiko, enteada de Arthur Neto; ouça áudios

Manaus – Na tarde desta sexta-feira (28), a diretora e presidente do Portal CM7 Brasil, Cileide Moussallem, recebeu diversas ameaças de morte em suas redes sociais pessoais de Paola Valeiko, enteada do ex-prefeito de Manaus, Arthur Neto. Em mensagens no Instagram, a filha de Elisabeth Valeiko ainda prometeu acabar com a vida dos filhos da empresária.

Usando a própria rede social, Paola Valeiko vem mandando mensagens de ódio e ofensas para diretora do CM7 Brasil durante a semana, a culpando por tudo que tem acontecido com sua família, que é investigada por diversos crimes como desvio e lavagem de dinheiro, superfaturamento, crimes contra a administração pública e até mesmo assassinato.

O Portal CM7 Brasil apenas vem cumprindo seu papel como veículo de comunicação de informar a sociedade sobre o andamento das investigações que sua família é alvo, além de ter dado voz e prestado total apoio a família do engenheiro Flávio Rodrigues – assassinado misteriosamente em uma festa na casa de Alejandro Valeiko, irmão de Paola – que desde 2019 luta por justiça.

Veja o trecho da conversa:

”Você não tem vergonha do exemplo de merda que é para seus filhos? Até quando você vai fugir da Justiça? Piranh4, se você aparecer na minha frente eu te encho de porrada. Pensando bem é melhor você continuar se escondendo igual barata mesmo, porque quando aparecer, você tá fodid4!”, disse Paola nas mensagens.

Logo em seguida, ao ser questionada por Cileide sobre quem era ela, Paola se descontrolou e prometeu acabar com a vida dos filhos da empresária.

”Eu vou fod3r com a vida dos seus filhos igual você f0de com a da minha família. Minha filha e minha irmã choram com cada maldade tua. Porque ou você para, ou eu vou acabar com a vida deles!!!”, afirmou Paola.

E não parou por aí, pois além de ameaças verbais, a filha de ”Betinha” fez questão de também fazer ameaças por áudio.

”Só sabe falar que eu fui presa, que meu irmão é assassino e que minha mãe é… Tu consegue falar a verdade alguma vez na sua vida? Você vive de mentiras, você é feita de podridão. Pessoas como você que deveriam estar presas, aliás, enterrada que é melhor!”.

No total, foram mais de 10 áudios de ameaças e ofensas contra a empresária e sua família, que serão apresentados na Justiça. Um Boletim de Ocorrência (B.O) sobre o caso já foi registrado na delegacia e providências serão tomadas.

Histórico familiar 

Paola Valeiko vem de uma família envolvida em vários crimes na capital amazonense. A mãe, Elisabeth Valeiko, já foi alvo de diversas investigações como crimes contra a administração pública e lavagem de dinheiro na época em que atuava como presidente do ‘Fundo Manaus Solidária’, que de solidária só tinha o nome.

O padrasto, ex-prefeito de Manaus, Arthur Neto, é investigado até hoje pelo rombo que deixou nos cofres públicos durante sua gestão de 2013 até 2020, que ainda prejudica a capital amazonense em pleno 2023. Além de ter ‘conquistado’ um patrimônio bilionário as custas da prefeitura, Arthur ainda usou do poder de chefe do executivo para acobertar o enteado, Alejandro Valeiko, das investigações do ‘Caso Flávio’.

E por falar em ‘Caso Flávio’, Alejandro Valeiko, irmão de Paola, é um dos investigados no assassinato do engenheiro que ocorreu dentro da sua própria casa. Ele chegou a ser preso acusado de homicídio triplamente qualificado, omissão penalmente relevante e ocultação de cadáver, mas logo foi solto e passou a ser monitorado por tornozeleira eletrônica, para no fim estar em liberdade.

E Paola por sua vez não fica para trás. Com uma ficha criminal extensa, foi investigada por lavagem de dinheiro junto com a mãe durante a operação Boca Raton, e foi acusada de fraude processual no assassinato do engenheiro Flávio, pois não só esteve no local do crime como escondeu evidências, limpando as manchas de sangue da casa.

Envolvida até o pescoço, O Ministério Público alegou que Paola utilizou várias garrafas de água sanitária para remover as manchas de sangue da casa do irmão, Alejandro, camuflando assim qualquer odor de sangue, além de organizar toda a mobília da casa, de modo a transparecer que no local, sequer teria ocorrido algum crime.

Embora absolvida por fraude processual, Paola é mencionada em pelo menos 5 processos criminais no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) como homicídio qualificado, intimação e homicídio simples.

 



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