Terror familiar: Id0sa de 66 anos vive pes4delo em Manaus e Justiça expulsa agr3ssor de casa; veja documentos

Manaus – O ambiente que deveria ser de paz e acolhimento virou palco de um verdadeiro massacre psicológico. Uma idosa de 66 anos, moradora do conjunto Cidadão I, no bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus, enfrentou uma rotina humilhante de abusos e perseguição dentro do próprio lar. Documentos oficiais obtidos com exclusividade revelam que a violência escalou a ponto de exigir uma intervenção drástica do Poder Judiciário.

Documento oficial mostra a urgência da intimação contra o agressor.
Dona Rosineide do Nascimento Silva, uma aposentada que deveria desfrutar da tranquilidade da terceira idade, vinha sendo sistematicamente constrangida e ameaçada. O principal acusado de transformar a rotina dela em um inferno é Raimundo da Silva, de 63 anos.
A gravidade da situação se reflete na quantidade de delegacias acionadas pela família. O histórico de abusos gerou denúncias na Delegacia Especializada em Crimes Contra o Idoso (DECCI) por violência moral. Para piorar, a ganância também entrou em jogo: Raimundo acabou fichado por apropriação indébita, acusado de passar a mão nos bens da vítima.

Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia do Idoso detalha as acusações contra Raimundo.
Os problemas na residência localizada na Rua da Cidadania não são de hoje. O rastro de documentos policiais mostra que a estrutura familiar ruiu há tempos. Em um boletim anterior, registrado em agosto de 2023, outro membro da família, Jonatas Nascimento Silva, de 46 anos, foi denunciado por discriminar, humilhar e menosprezar idosos na mesma casa, evidenciando que Dona Rosineide estava cercada pela hostilidade.

Histórico mostra que os conflitos e desrespeito com idosos na residência vêm desde 2023.
Diante do sufoco e do risco iminente à integridade física e mental da idosa, o Ministério Público e o Tribunal de Justiça do Amazonas agiram rápido. A juíza Dra. Eline Paixão e Silva Gurgel do Amaral Pinto, do 4º Juizado Especializado da Violência Doméstica (Lei Maria da Penha), canetou uma ordem expressa e sem espaço para conversa.
As medidas protetivas de urgência determinaram:
Despejo imediato: O agressor foi arrancado do convívio e da residência da idosa; Distância máxima: Raimundo está terminantemente proibido de chegar a menos de 300 metros da vítima ou de seus familiares;Silêncio total: O acusado não pode fazer ligações, mandar mensagens ou tentar qualquer contato, seja direto ou por terceiros.

Decisão interlocutória que garantiu o afastamento imediato do acusado para proteger a idosa.
O recado da Justiça foi dado. Se Raimundo ousar pisar na calçada de Dona Rosineide ou tentar intimidar a família, o próximo destino dele não será outra casa, mas sim uma cela no sistema prisional de Manaus.
O CM7 continua acompanhando o caso de perto. Em uma sociedade justa, quem usa da vulnerabilidade de um idoso para humilhar e roubar merece o rigor máximo da lei. Chega de impunidade!


