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“Socorro, alguém chame a polícia!”: policial penal clama por ajuda após esposa descobrir traição e ‘sentar a peia’ nele; veja vídeo

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“Socorro, alguém chame a polícia!”: policial penal clama por ajuda após esposa descobrir traição e ‘sentar a peia’ nele; veja vídeo

Brasil – O que era para ser um sábado comum em Ceilândia, Distrito Federal, transformou-se em uma cena digna de drama conjugal que viralizou rapidamente nas redes sociais e em grupos de segurança pública nesta terça-feira (24/3). Um policial penal do Distrito Federal, lotado no Centro de Progressão Penitenciária (CPP) do SIA, viveu momentos de verdadeiro sufoco ao ser confrontado pela esposa após uma suposta traição vir à tona.

“Alguém chame a polícia!”

O pedido de socorro, que soa irônico vindo de um agente da lei, foi o ponto alto do vídeo que circula no WhatsApp. Nas imagens, o servidor aparece acuado contra um veículo enquanto recebe uma sequência implacável de socos, chutes e joelhadas desferidos pela companheira.

Entre um golpe e outro, o homem grita desesperadamente: “Ai! Ai! Ela tá me batendo! Ai! Socorro! Ai! Ai!”. Enquanto ele clamava para que alguém “chamasse a polícia” para retirar a mulher de cima dele, testemunhas que acompanhavam a cena de perto pareciam não se sensibilizar com o apelo. Em um momento do áudio, é possível ouvir uma voz ao fundo incentivando a agressora: “Vai, dona! O povo tem que ver mesmo!”.

Risco iminente: surrado e armado

Um detalhe que chamou a atenção das autoridades e de quem assistiu ao vídeo foi o fato de o policial estar armado durante toda a confusão. As imagens mostram uma pistola no bolso do agente enquanto ele tentava, sem sucesso, se esquivar dos golpes. A presença da arma de fogo elevou o nível de preocupação sobre os riscos de uma tragédia ainda maior caso o equipamento caísse em mãos erradas ou fosse sacado durante o conflito.

Investigação Institucional

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) confirmou que o incidente ocorreu no último sábado (21/3). Em nota oficial, o órgão ratificou que o homem é, de fato, um policial penal da ativa, mas ressaltou que o episódio não aconteceu nas dependências ou em frente ao CPP.

Diante da repercussão e da conduta exposta, a Seape informou que já instaurou um procedimento de investigação preliminar para apurar a situação institucional do servidor e as circunstâncias do ocorrido.

Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde do policial após a “coça”, nem se foram registrados boletins de ocorrência por agressão ou violência doméstica por parte de algum dos envolvidos.


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