Sem patrocínio: Prisão de professor de jiu-jítsu em Manaus ganha novos capítulos e patrocinadores anunciam rescisão imediata; veja

Manaus – Um caso grave que abalou a comunidade esportiva de Manaus ganhou novos e contundentes desdobramentos. Após a prisão preventiva de um professor e empresário de jiu-jítsu de 33 anos, ocorrida na última segunda-feira (20) dentro de sua própria academia no bairro Nova Esperança, as marcas e parceiros comerciais do atleta começaram a se posicionar e cortar laços diante do escândalo.
O suspeito, que foi preso por agentes da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), é investigado por estupro de vulnerável contra uma aluna de 14 anos, crime que teria ocorrido no final de 2025 na casa da própria vítima.
O impacto da prisão repercutiu de forma imediata no ecossistema de marcas que apoiavam o instrutor, levando patrocinadores a emitirem notas oficiais repudiando o ato.
Uma das principais apoiadoras do empresário, uma grande marca de suplementos, veio a público para anunciar o desligamento definitivo e imediato do atleta.

Em nota de solidariedade divulgada em suas redes sociais, a empresa prestou apoio à vítima e à sua família, reforçando o repúdio a qualquer tipo de violência.
A marca enfatizou que não tolera condutas que firam os valores de respeito e dignidade, confirmando que todos os vínculos comerciais e contratuais com o acusado foram encerrados sumariamente enquanto as autoridades prosseguem com as investigações.
Enquanto isso, a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) segue com o inquérito para apurar se a posição de autoridade e destaque do professor no cenário das artes marciais pode ter sido utilizada para fazer outras vítimas no ambiente do treino.
O investigado permanece custodiado à disposição da Justiça, aguardando o andar dos procedimentos cabíveis.


