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‘Satanista’: deputada Débora Menezes denuncia trans que orientava pedófilos a abusarem de crianças em Manaus; vídeo

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‘Satanista’: deputada Débora Menezes denuncia trans que orientava pedófilos a abusarem de crianças em Manaus; vídeo

Amazonas – Uma onda de forte indignação e repercussão política tomou conta de Manaus após a prisão de uma pessoa transsexual, que atuava como estagiária do Tribunal de Contas do Estado (TCE), suspeito de integrar e liderar uma rede de exploração sexual infantil no aplicativo Telegram. O caso, revelado pela Polícia Civil do Amazonas, gerou o pronunciamento público da deputada estadual Débora Menezes, que denunciou duramente as ações da suspeita, classificando-a como “satanista” e “psicopata”.

A Investigação e os Tutoriais de Abuso

A prisão aconteceu na última quinta-feira (14), durante as ações da Operação Caminhos Seguros, uma mobilização nacional de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes. A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), chegou até a suspeita após o monitoramento de um homem que já era investigado por armazenar conteúdos de abuso infantil.

De acordo com os delegados Mayara Magna e Jeferson Vicente, a análise das mensagens trocadas entre os dois revelou um cenário de extrema perversidade. A investigada não apenas compartilhava material pornográfico, mas também enviava orientações detalhadas, descritas pela polícia como um “tutorial”, de como o homem poderia se aproximar e abusar do próprio irmão, uma criança de apenas 8 anos de idade. As instruções envolviam o uso de “atividades lúdicas” e o momento do banho para mascarar os crimes.

O material extraído dos dispositivos digitais chocou as autoridades. Segundo os relatos policiais, os diálogos continham afirmações explícitas de prazer doentio diante do sofrimento das vítimas, incluindo frases como “quanto mais alto a criança gritar, melhor” e alegações bizzaras de que “o demônio adora” violência contra bebês.

O Pronunciamento da Deputada Débora Menezes

Em um vídeo divulgado em suas redes sociais, a deputada Débora Menezes manifestou profunda repulsa em relação aos detalhes do caso. “O que eu vou dizer é uma das coisas mais monstruosas, doentias e diabólicas que eu já vi em toda a minha vida”, afirmou a parlamentar, destacando o fato de a suspeita estar infiltrada em um órgão público de controle enquanto coordenava a rede de abusos pelo Telegram.

Durante o discurso, a deputada vinculou o caso a debates ideológicos contemporâneos, criticando duramente pautas defendidas pela esquerda, como a implementação de banheiros unissex. Segundo a parlamentar, propostas desse tipo criam “brechas” que facilitam a ação de predadores sexuais. “Isso não é modernidade, isso é uma fábrica de vítimas, é um convite para o horror”, declarou.

Menezes relembrou a importância da campanha “Maio Laranja” — período dedicado à conscientização e combate ao abuso infantil — e garantiu que seu mandato acompanhará de perto o processo judicial para assegurar a punição máxima. “Lugar de quem usa ‘estratégia lúdica’ e qualquer outro absurdo para tocar nas nossas crianças é atrás das grades, apodrecendo no quinto dos infernos. Não existe perdão para quem destrói a infância”, concluiu, pedindo que a população denuncie qualquer suspeita de crimes semelhantes.

Desdobramentos

A Polícia Civil do Amazonas informou que as investigações continuam. Os peritos seguem analisando o vasto volume de arquivos digitais, vídeos e mídias apreendidas com o objetivo de identificar se houve a participação direta da investigada em abusos físicos, além de mapear outros possíveis integrantes da rede clandestina. Por questões de segurança e para preservar a identidade e integridade das potenciais vítimas, detalhes mais explícitos das conversas não foram divulgados pelas autoridades.


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