Brasília Amapá Roraima Pará |
Manaus
Web Stories STORIES
Brasília Amapá Roraima Pará

Defesa de investigadora da PC-AM nega acusações e aponta “cunho político” em operação

Compartilhe
Defesa de investigadora da PC-AM nega acusações e aponta “cunho político” em operação

Amazonas – A defesa da investigadora da Polícia Civil do Amazonas, AnaBela Cardoso Freitas, afirmou nesta segunda-feira (23) que ela não tem qualquer envolvimento nas irregularidades apontadas na investigação em curso. O advogado San Barbosa negou as acusações, disse que a cliente não possui vínculo com os demais citados e criticou o fato de, segundo ele, a defesa ainda não ter tido acesso aos autos do inquérito policial.

Em manifestação à imprensa, o defensor classificou a condução do caso como “prematura e equivocada” e reiterou que as acusações são infundadas. “Negamos todas as acusações que estão sendo impostas. Até a presente data, não foi franqueado o acesso ao inquérito policial para o exercício da defesa técnica”, declarou.

Segundo o advogado, Anabela não possui qualquer ligação com os investigados e o caso não tem relação com a administração municipal.

Ele afirma que o único ponto a ser esclarecido envolve uma pessoa identificada como Alcir. De acordo com a defesa, o contato entre eles se limitava ao fornecimento de passagens para compras, sem qualquer outro tipo de envolvimento com os fatos mencionados na investigação.

Outro ponto destacado é a ausência de individualização de condutas. “Há diversas alegações, mas ninguém apresenta algo concreto sobre a conduta dela. O patrimônio dela é compatível com os rendimentos”, afirmou.

A defesa também levantou a suspeita de que a investigação possa ter motivação política. Segundo o advogado, a forma como o caso foi conduzido e divulgado pode indicar um “cunho político”, especialmente diante da ausência de acesso aos autos e da, segundo ele, falta de individualização das condutas atribuídas à investigadora.

“A acusação precisa comprovar o que está sendo alegado”, afirmou.

San Barbosa informou que a prioridade da defesa é obter acesso formal ao inquérito para analisar o conteúdo dos autos e adotar as medidas jurídicas cabíveis, inclusive para buscar a liberdade da cliente.

A defesa também ressaltou que Ana Bela tem anos de serviços prestados à comunidade e nunca respondeu a processos anteriores. Segundo o advogado, ela está emocionalmente abalada com a repercussão do caso. Até o momento, os advogados afirmam que conhecem apenas as informações divulgadas publicamente e aguardam acesso oficial ao inquérito para se manifestar de forma mais detalhada.

Confira a reportagem completa:


Siga-nos no Google News Portal CM7

Banner Rodrigo Colchões

Banner 1 - Portal CM7


Carregar mais