Cabo da PM suspeita de m4tar ‘Balão’ está se escondendo e os familiares cobram Justiça; vídeo
Manaus – A cabo da Polícia Militar do Amazonas Gizele Santos de Brito, apontada como principal suspeita de matar Luiz Henrique Oliveira do Nascimento, de 27 anos, o “Balão”, continuava sem localização confirmada até as últimas atualizações divulgadas sobre o caso. O jovem foi morto a tiros após uma confusão em um bar no bairro Alvorada, zona Centro-Oeste de Manaus.
Segundo relatos de testemunhas e informações reunidas pela investigação, a confusão teria começado após uma discussão entre mulheres, mais especificamente, a policial estava agressiva e tentando briga com todos os que supostamente estivessem ‘de olho’ em sua namorada. Em uma dessas tnetativas, a confusão começou e acabou evoluindo para empurrões.
Foi então que Henrique teria entrado no meio para defender uma amiga. Após o primeiro confronto, a policial teria deixado o estabelecimento e retornado posteriormente armada.
Testemunhas afirmam que cerca de cinco disparos foram efetuados durante o tumulto. Algo totalmente desumano e absurdo. Henrique foi atingido e morreu ainda no local. Um segundo homem também acabou baleado, foi socorrido e sobreviveu.
Câmeras de segurança e vídeos que circulam nas redes sociais passaram a integrar a reconstrução dos momentos anteriores e posteriores ao crime.
Depois dos disparos, a suspeita deixou o local. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) assumiu a investigação e tenta esclarecer toda a dinâmica do caso, incluindo a motivação e as circunstâncias em que a arma foi utilizada.
Neste sábado (10), familiares e amigos de Henrique estiveram em frente à DEHS cobrando justiça e uma resposta para o crime. Parentes afirmam que o jovem trabalhava com lavagem de veículos e também fazia corridas por aplicativo, e sustentam que ele teria entrado na confusão apenas para proteger uma amiga.
Até as publicações mais recentes consultadas, não havia confirmação pública de que Gizele tivesse se apresentado à polícia. Também não foi localizado um posicionamento oficial da Polícia Militar detalhando eventuais medidas administrativas contra a servidora.
O caso segue sob investigação.




