Após ser alvo da PC, Jefferson Coronel critica a operação e nega ataques contra Omar Aziz; veja vídeo
Manaus – O jornalista Jefferson Coronel resolveu quebrar o silêncio após ter endereços ligados a ele visitados pela Polícia Civil do Amazonas nesta quinta-feira (29). Alvo de uma investigação envolvendo vídeos divulgados durante a disputa pelo Governo do Estado, o marqueteiro contestou a operação, negou participação no material investigado e afirmou que não precisava ser surpreendido por uma ação policial para prestar esclarecimentos.
“Foi uma operação desnecessária”, disparou Coronel, em pronunciamento publicado nas redes sociais. Segundo ele, bastaria uma convocação das autoridades para que comparecesse à delegacia. O jornalista, que integrou a campanha de Maria do Carmo Seffair, garantiu não ter participado da elaboração ou divulgação de conteúdos contra o governador eleito Omar Aziz (PSD).
A investigação é conduzida pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) e envolve suspeitas de exposição indevida da filha menor de idade de Omar Aziz em vídeos que circularam durante o segundo turno. Durante as diligências, policiais estiveram em dois imóveis no bairro Adrianópolis, zona centro-sul de Manaus, e apreenderam um computador.
“Não trabalho com baixaria”, afirma jornalista
Ao rebater as suspeitas, Jefferson afirmou que desconhecia os vídeos e que só tomou conhecimento da existência do material após declarações de Omar Aziz à imprensa. Ele também sustentou que suas atribuições na campanha eleitoral não incluíam a produção desse tipo de conteúdo.
O marqueteiro ainda lembrou que trabalhou com Omar Aziz na campanha de 2014 e manteve relações profissionais com o político nos anos seguintes. Para Coronel, esse histórico reforça sua posição de que não teria qualquer envolvimento em ataques pessoais contra o governador eleito.
Apesar de considerar a operação constrangedora, Jefferson afirmou que continuará exercendo suas atividades profissionais e atenderá às solicitações da Justiça. O caso segue sob sigilo, sem divulgação dos elementos que motivaram as buscas ou de conclusões sobre a responsabilidade pela produção e circulação dos vídeos investigados.
Veja vídeo:





