Urgente: Trump confirma ataque dos EUA à Venezuela e diz que Maduro foi capturado
Mundo – Em um movimento que altera drasticamente o tabuleiro geopolítico das Américas, o presidente Donald Trump confirmou, na madrugada deste sábado (3), que os Estados Unidos realizaram uma operação militar direta em solo venezuelano. Segundo o mandatário, a incursão resultou na captura de Nicolás Maduro, que teria sido retirado do país sob custódia norte-americana.
Relatos de fortes explosões em pontos estratégicos de Caracas começaram a surgir ainda na madrugada. Alvos militares e centros de inteligência do governo venezuelano teriam sido atingidos por ataques de precisão. Imagens capturadas por agências internacionais e moradores mostram colunas de fumaça em diversos setores da capital.
De acordo com o pronunciamento oficial da Casa Branca, a operação foi classificada como uma “missão de restauração democrática e justiça”. Trump afirmou que Maduro não se encontra mais em território venezuelano, tendo sido transportado para um local não revelado para enfrentar acusações internacionais.
O anúncio ocorre em um momento de extrema tensão, após meses de escalada retórica entre Washington e o regime de Caracas. A confirmação da captura de Maduro cria um vácuo de poder imediato na Venezuela, gerando incertezas sobre quem assumirá o controle das forças armadas e das instituições do país nas próximas horas.
Líderes mundiais começam a se manifestar. Enquanto alguns aliados dos EUA veem a medida como um passo decisivo para o fim de uma crise humanitária prolongada, países como Rússia e China já sinalizam condenação à intervenção militar direta, classificando-a como uma violação da soberania nacional.
Para a América Latina, o evento representa o ápice de décadas de instabilidade política na região. Governos vizinhos, incluindo o Brasil e a Colômbia, colocaram suas forças de fronteira em alerta máximo, prevendo uma possível onda migratória ou instabilidades nos mercados financeiros e de energia.
A Casa Branca prometeu divulgar mais detalhes sobre a condição de Maduro e os próximos passos para a transição de governo na Venezuela em uma coletiva de imprensa agendada para o final do dia.




