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Trump prevê guerra de 5 semanas contra o Irã: ‘Nossa última e melhor chance’

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Trump prevê guerra de 5 semanas contra o Irã: ‘Nossa última e melhor chance’

Mundo – Em um pronunciamento incisivo nesta segunda-feira, 2, o presidente Donald Trump traçou o horizonte temporal para a atual escalada militar no Oriente Médio. Durante uma cerimônia de condecoração na Casa Branca, o republicano estimou que a guerra contra o Irã deve durar entre quatro e cinco semanas, embora tenha ressaltado que o Pentágono está preparado para estender as operações caso a resistência persista.

Segundo o mandatário, a ofensiva é uma medida extrema, mas necessária. Trump classificou a intervenção como a “última e melhor chance” de neutralizar as ambições nucleares de Teerã e garantir a segurança global. “Chega um momento em que dizemos ‘basta’. Não dá para lidar com essas pessoas”, afirmou, sinalizando o fim definitivo de qualquer via diplomática com o atual regime.

Eficácia Relâmpago e Baixas Navais

Trump apresentou números que reforçam a superioridade bélica norte-americana neste início de conflito. De acordo com o presidente:

  • Liderança desmantelada: A cúpula de comando iraniana teria sido atingida em apenas uma hora de operação.
  • Domínio Marítimo: Pelo menos 10 navios iranianos foram afundados pelas forças navais dos EUA.
  • Infraestrutura: O foco atual recai sobre o desmantelamento total da Marinha de Teerã e das fábricas de mísseis.

Apesar do otimismo quanto à velocidade da operação, Trump alertou que o trabalho não acabou: “Uma grande leva de ataques ainda está por vir”.

O Custo Humano e as Críticas ao Passado

Nem tudo, porém, foi vitória no balanço apresentado. As Forças Armadas confirmaram a morte de quatro militares norte-americanos e outros 18 feridos em estado grave, após as primeiras retaliações iranianas.

Trump aproveitou o momento para retomar suas críticas históricas à política externa de gestões anteriores, especificamente ao acordo nuclear da era Obama, que chamou de “horrível”. Segundo ele, o Irã usou o tempo para expandir de forma “colossal” seu programa de mísseis, ameaçando bases na Europa e no Oriente Médio. O estopim para a invasão, segundo a Casa Branca, teria sido o recuo do Irã em negociações recentes para um novo tratado de não proliferação.


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