Espião da CIA se infiltrou no círculo de confiança de Maduro e ajudou a prender ditador na Venezuela
Mundo – A queda de Nicolás Maduro, consolidada pela recente operação das forças especiais dos Estados Unidos, não foi apenas uma demonstração de superioridade militar, mas o desfecho de uma das mais ousadas operações de inteligência das últimas décadas. Detalhes revelados recentemente confirmam que a peça-chave para o sucesso da missão foi um espião da CIA infiltrado no coração do Palácio de Miraflores, monitorando cada passo do ditador venezuelano.
O Inimigo Mora ao Lado
A operação expôs a fragilidade do sistema de segurança de Maduro. Segundo informantes, a fonte humana recrutada pela agência americana forneceu dados em tempo real sobre a localização e as rotinas do mandatário, permitindo que a inteligência de Washington ignorasse as táticas de despiste utilizadas pelo regime.
Essa infiltração foi combinada com uma vigilância tecnológica sem precedentes:
Drones Furtivos: Uma frota de aeronaves invisíveis mapeou o território venezuelano com precisão cirúrgica.
Monitoramento Humano: O informante interno garantiu que os “olhos” tecnológicos estivessem sempre apontados para o lugar certo.
Recompensa e Mudança de Doutrina
A cooperação interna, que muitos acreditavam ser impossível devido ao controle rígido de Maduro sobre seus aliados, parece ter sido impulsionada pelo **pragmatismo financeiro**. A recompensa de **US$ 50 milhões** oferecida pelo governo dos EUA é vista por especialistas como o fator que superou qualquer lealdade ideológica.
Além disso, a operação reflete a nova postura da CIA sob a gestão de John Ratcliffe. Durante sua confirmação, Ratcliffe prometeu transformar a agência em um braço ativo para “promover a política externa americana”. No último outono, sob ordens diretas do presidente Trump, a diplomacia deu lugar ao planejamento operacional, culminando na incursão militar autorizada em novembro.


