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Da promessa ao colapso: como Maduro levou a Venezuela ao fundo do poço

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Da promessa ao colapso: como Maduro levou a Venezuela ao fundo do poço

Mundo – Há 12 anos, a Venezuela vive sob o comando de Nicolás Maduro, um período marcado por crises sucessivas, isolamento internacional e denúncias de autoritarismo. O sucessor de Hugo Chávez assumiu o poder em 2013 prometendo continuidade, mas o que se seguiu foi um dos capítulos mais turbulentos da história venezuelana.

Desde o início, a chegada de Maduro ao Palácio de Miraflores foi cercada de questionamentos e desconfiança. A eleição apertada e contestada abriu caminho para uma escalada de conflitos internos, protestos nas ruas e uma repressão que, ao longo dos anos, se tornou marca registrada do regime chavista.

Com o passar do tempo, a crise econômica saiu do controle. Inflação fora de qualquer parâmetro, falta de alimentos, medicamentos e serviços básicos empurraram milhões de venezuelanos para a pobreza extrema e provocaram um êxodo em massa, transformando a crise do país em um problema regional.

A antiga potência petrolífera passou a simbolizar o fracasso de uma gestão acusada de má administração e corrupção.

No campo político, Maduro ampliou seus poderes e enfraqueceu instituições democráticas, enfrentando uma oposição cada vez mais sufocada.

Eleições passaram a ser vistas com desconfiança dentro e fora do país, enquanto líderes opositores foram presos, perseguidos ou forçados ao exílio, segundo denúncias de organizações internacionais.

A relação com os Estados Unidos se transformou em confronto direto. Sanções econômicas, acusações de envolvimento com o narcotráfico e pressão diplomática colocaram Maduro no centro de um embate internacional.

Washington e aliados passaram a tratar o governo venezuelano como um regime autoritário, ampliando o isolamento do país no cenário global.

Mesmo diante das críticas e da deterioração social, Maduro manteve-se no poder com apoio das Forças Armadas e de aliados estratégicos, aprofundando a polarização interna.

Para analistas, seu legado é o de um país dividido, empobrecido e politicamente fragilizado.


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