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As palavras mais bizarras nos documentos de Jeffrey Epstein revelam maldade indescritível; veja vídeo

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As palavras mais bizarras nos documentos de Jeffrey Epstein revelam maldade indescritível; veja vídeo

Mundo – A liberação de milhões de páginas de documentos relacionados a Jeffrey Epstein, o financista condenado por tráfico sexual de menores que morreu na prisão em 2019, continua a chocar o mundo. A tranche final, com mais de 3 milhões de páginas divulgadas em janeiro de 2026, trouxe à tona um vocabulário que muitos interpretam como códigos sinistros de uma rede de abuso extremo entre elites globais. Palavras cotidianas como “pizza”, “jerky”, “cream cheese” e até referências a “cannibal” e “ritualistic sacrifice” aparecem repetidamente, alimentando teorias que vão além do já comprovado abuso sexual.

Entre as menções mais perturbadoras:

– Pizza surge mais de 900 vezes (alguns relatos apontam até 911 ocorrências), frequentemente em contextos de “contagem de pizzas”, entregas para propriedades de Epstein ou “pizza headcounts”. Críticos ligam isso ao ressurgimento da teoria Pizzagate (de 2016), onde “pizza” e “cheese pizza” seriam códigos para pornografia infantil (“CP”). Emails coordenando “frozen white tuna” e “beef jerky” entregues em apartamentos de luxo em Nova York reforçam a suspeita de um léxico codificado para exploração de crianças.

– Jerky (carne seca) é outro termo recorrente, com discussões sobre envio de “jerky” por avião, consumo e até “jerky andando por aí”. Posts virais e análises online sugerem que “jerky” seria eufemismo para carne humana ou de crianças traficadas — uma alegação extrema que ganhou tração após emails mencionarem “jerky” junto a um restaurante chamado “Cannibal”. O termo “cannibal” aparece 52 vezes nos arquivos, e “cannibalism” seis, embora em contextos variados (incluindo transcrições, syllabi acadêmicos e conversas casuais).

– Cream cheese e babies aparecem juntos em mensagens bizarras, como uma atribuída a Epstein: “there are millions of babies, very little good vegetable cream cheese”. A frase, circulando em capturas de tela, gerou repulsa imediata e acusações de canibalismo, especialmente quando combinada com alegações de “bebês desmembrados” em iates.

– Ritualistic sacrifice e canibalismo ritual: Um resumo de entrevista do FBI de 2019 com um suposto vítima anônimo descreve “sacrifício ritualístico” no iate de Epstein em 2000, incluindo desmembramento de bebês, remoção de intestinos e consumo de fezes. O informante alegou ter sido vítima de corte nos pés com cimitarra (sem cicatrizes). O FBI não prosseguiu com a investigação por falta de evidências corroborantes, mas o relato alimentou narrativas de cultos satânicos entre elites.

Essas palavras não surgem isoladas: elas aparecem em emails, logs de voos do “Lolita Express”, relatórios do FBI e transcrições que ligam Epstein a figuras poderosas. Enquanto fact-checkers como Snopes alertam que muitas referências são contextuais (comidas reais, restaurantes ou conversas triviais) e que não há prova concreta de canibalismo ou rituais, o volume e a repetição das menções — somados a testemunhos de vítimas sobre abuso sistemático — pintam um quadro de depravação que transcende o tráfico sexual já admitido.

Vídeos virais analisando esses trechos explodiram nas redes, com milhões de visualizações questionando: seria “jerky” apenas carne seca ou algo muito mais sombrio? E por que termos como “pizza” e “ice cream”, mencionado centenas de vezes?


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