Bomba: Amazonino não paga plano de saúde e deixa mais de 30 mil professores sem atendimento médico
Manaus – Na tarde desta sexta-feira (29), um grupo de professores da rede estadual de ensino se reuniu em frente à sede da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino – SEDUC, situada no bairro Japiim, Zona Sul, e reivindicaram seus direitos, alegando com cartazes, faixas e palavras de ordem, que o plano de saúde dos foi cortado injustamente.

Segundo eles, há mais de uma semana vários professores da rede estadual estão sem o plano de saúde porque a SEDUC possivelmente não repassou a verba para pagar o convênio médico da HAPVIDA.

O professor de biologia Nelson Magalhães, 42, de uma escola da Zona Oeste, classifica como sacanagem proposital:
“ Isso foi uma sacanagem de propósito, eles deram foi o pino na HAPVIDA e estão colocando a culpa na SEFAZ, que ela está colocando barreira, dizendo que já foi tudo pago e quando chega na Hapvida eles dizem que não tem absolutamente nada pago, tem algo errado, né?”. Questionou Nelson.
O professor de química Gil Magalhães ,41, disse que o professor mais do que nunca precisa ter plano de saúde, já que ele é fator principal para formação de outro ser humano:
“ Nós deveríamos ser tratados com mais respeito, o professor dentro da sala de aula é pai e mãe junto muitas vezes, tendo que lidar com situações adversas, nós somos responsáveis pela formação de outros seres humanos e precisamos mais do que nunca, sem desmerecer as outras classes”, afirmou Magalhães.
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