Militar que atuava na segurança da Presidência morre no Palácio da Alvorada
Brasil – Um militar do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) morreu nesta terça-feira (10) após tirar a própria vida nas dependências do Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República, em Brasília.
De acordo com informações divulgadas pelo próprio gabinete, o episódio ocorreu na área de acesso de serviço do palácio, utilizada por servidores e equipes de apoio que atuam no local. A identidade do militar não foi divulgada até o momento.
Em nota oficial, o GSI informou que será instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar as circunstâncias da ocorrência. O órgão também afirmou estar prestando assistência aos familiares do agente.
“O GSI/PR lamenta o ocorrido e está prestando apoio à família do militar”, informou o comunicado divulgado pela instituição.
O gabinete acrescentou ainda que permanece comprometido em manter seus integrantes “em plenas condições” para desempenhar a missão de garantir a segurança das autoridades e das instalações da Presidência da República.
Segurança presidencial
O Gabinete de Segurança Institucional é responsável por coordenar a segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além da proteção de estruturas estratégicas do governo federal, como o Palácio do Planalto e o próprio Palácio da Alvorada.
Em razão do ocorrido, o acesso da imprensa à área da residência oficial foi temporariamente interrompido ao longo do dia, segundo informou o GSI.
Agenda presidencial
O presidente Lula cumpriu agenda no Palácio da Alvorada na tarde desta terça-feira. A residência oficial funciona tanto como local de moradia quanto como espaço para reuniões e compromissos institucionais do chefe do Executivo.
No mesmo dia, o governo federal confirmou o cancelamento da viagem do presidente ao Chile, onde participaria da cerimônia de posse do presidente eleito José Antonio Kast, marcada para esta quarta-feira (11), em Valparaíso.
Investigação
A abertura do Inquérito Policial Militar deverá investigar as circunstâncias do caso, incluindo possíveis fatores que possam ter contribuído para o ocorrido. Até o momento, não há informações adicionais divulgadas oficialmente.


