Michelle Bolsonaro e Damares Alves lamentam morte de adolescente agredido por ex-piloto: “Dor que só mãe entende!”
Brasil – A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro lamentou, neste domingo (8/2), a morte do adolescente Rodrigo Castanheira, ocorrida no sábado (7/2), após agressões sofridas durante uma briga em Vicente Pires, no Distrito Federal. A manifestação foi feita por meio das redes sociais, onde ela pediu justiça e citou uma passagem bíblica em mensagem de solidariedade à família.
Rodrigo, de 16 anos, estava internado havia cerca de duas semanas em estado grave, após sofrer traumatismo craniano. Ele chegou a ser socorrido e permaneceu intubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular em Águas Claras, mas não resistiu às complicações.
Na publicação, Michelle Bolsonaro prestou condolências aos familiares e afirmou confiar na justiça divina. “Que o consolo esteja com esta família que chora pela partida do Rodrigo. Cremos na justiça de Deus”, escreveu, ao citar o versículo João 11:25.
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também se pronunciou sobre o caso e afirmou que irá acompanhar de perto as investigações. Segundo a parlamentar, ela pretende atuar junto à defesa da família para garantir a responsabilização dos envolvidos. “Como mãe, consigo imaginar a dor da família do Rodrigo. Que Deus conforte a mãe, o pai, os amigos e familiares”, declarou.
Damares disse ainda que acompanha o caso desde o início e que a morte do adolescente reforça a necessidade de mudanças para combater a violência entre jovens. “Não quero mais nenhuma mãe chorando pela perda de um filho para a violência”, afirmou.
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O corpo de Rodrigo Castanheira foi velado na tarde deste domingo (8/2), em uma cerimônia reservada realizada em uma igreja evangélica no Distrito Federal.
O principal envolvido no caso, Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, ex-piloto da Fórmula Delta, teve a prisão preventiva decretada e foi detido no dia 30 de janeiro. Inicialmente liberado após pagamento de fiança, ele foi posteriormente encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP), no complexo da Papuda.
De acordo com a investigação, a briga teve início na noite de 22 de janeiro, após uma provocação entre os jovens. Durante a confusão, Rodrigo caiu e bateu a cabeça, sofrendo ferimentos graves. O Ministério Público do Distrito Federal solicitou a prisão preventiva após o agravamento do quadro clínico da vítima.
A Polícia Civil apura ainda se há ligação do investigado com outros episódios de violência. Com a confirmação da morte, a tipificação do crime pode ser alterada, o que pode resultar em pena mais severa. O inquérito segue em andamento.



