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Massacre por lata-velha! Ciclista é espancado até a m0rte por conta de uma bicicleta enferrujada; 13 pessoas foram indiciadas

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Massacre por lata-velha! Ciclista é espancado até a m0rte por conta de uma bicicleta enferrujada; 13 pessoas foram indiciadas

Brasil – Uma suspeita de furto envolvendo uma bicicleta velha, desgastada e de baixo valor comercial terminou em uma morte brutal no Rio de Janeiro. O ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, de 37 anos, foi espancado até morrer em Copacabana, na Zona Sul, e 13 pessoas foram indiciadas no caso.

O crime aconteceu no dia 12 de agosto, entre as ruas Barata Ribeiro e Felipe de Oliveira. Segundo a investigação, a confusão começou depois que Cláudio foi apontado como suspeito de ter furtado uma bicicleta.

O detalhe que revolta é que, de acordo com a Polícia Civil, não havia prova de que ele tivesse roubado o objeto. A bicicleta, inclusive, pertencia à própria irmã da vítima.

Mesmo assim, a simples suspeita teria sido usada como justificativa para uma abordagem que rapidamente virou uma agressão coletiva.

Espancamento continuou mesmo com vítima no chão

Câmeras de segurança registraram o ataque, e parte das agressões também teria sido filmada pelos próprios envolvidos.

Segundo o delegado responsável pelo caso, as imagens mostram que a violência continuou mesmo depois de Cláudio cair no chão, afastando, para a investigação, a hipótese de uma simples tentativa de contenção.

Cinco suspeitos foram indiciados por homicídio triplamente qualificado, por motivo fútil, emprego de meio cruel e recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Quatro deles estão presos e um permanece foragido.

A polícia afirma que o foragido aparece nas imagens chutando a cabeça de Cláudio enquanto ele já estava caído.

Polícia descobriu esquema de “segurança de rua”

A investigação acabou revelando ainda outra situação: um grupo prestava serviço irregular de segurança nas ruas de Copacabana, recebendo dinheiro de comerciantes da região.

Quatro comerciantes também foram indiciados por financiar essa atividade. Segundo os depoimentos, eram feitos pagamentos semanais entre R$ 120 e R$ 150, em dinheiro ou por Pix.

Agora, os envolvidos deverão responder judicialmente de acordo com a participação atribuída a cada um.

O que começou com uma acusação sem comprovação sobre uma bicicleta terminou com um homem morto e uma investigação que expôs uma sequência de violência e atuação irregular nas ruas de um dos bairros mais conhecidos do Rio.


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