Luto no jornalismo: morre o apresentador Erlan Bastos aos 32 anos
Por Redação 3 em 17 de janeiro de 2026 às 10:38
Brasil – O apresentador e jornalista Erlan Bastos, de apenas 32 anos, morreu em Teresina (PI), após enfrentar um delicado quadro de saúde que se agravou nas últimas semanas.
Natural de Manaus, Erlan construiu uma trajetória marcada pela ousadia, linguagem direta e forte presença diante das câmeras. Ao longo da carreira, passou por importantes emissoras de televisão, como a Record TV, onde ganhou projeção nacional, especialmente no comando de programas populares que tratavam de temas policiais, sociais e do cotidiano da população. Seu estilo firme e sem rodeios se tornou uma de suas marcas registradas.
Nos últimos anos, Erlan estava à frente do programa “Bora Amapá”, exibido pela NC TV Amapá, além de comandar o portal Em Off, voltado à cobertura de bastidores da mídia e do entretenimento. Mesmo jovem, já era considerado uma voz influente no jornalismo regional e nacional, reunindo uma audiência fiel tanto na televisão quanto nas plataformas digitais.
O apresentador estava internado há cerca de 15 dias, após passar mal e apresentar fortes dores, inicialmente no Amapá.
Com o agravamento do quadro clínico, ele foi transferido para um hospital em Teresina, onde permaneceu em estado grave.
Até o momento, a causa oficial da morte não foi divulgada, embora informações iniciais apontem suspeitas de uma doença grave, ainda não confirmada pela família ou pela equipe médica.
A morte precoce de Erlan Bastos gerou uma onda de homenagens nas redes sociais. Emissoras, colegas de trabalho e amigos destacaram sua coragem profissional, dedicação ao jornalismo e o compromisso com a informação.
Para muitos, Erlan representava uma nova geração de comunicadores que falavam diretamente com o povo, sem filtros e com posicionamento firme.
Erlan Bastos deixa um legado marcado pela intensidade, pelo trabalho incansável e pelo impacto que conseguiu gerar em pouco tempo de carreira.
Sua partida precoce interrompe uma trajetória promissora, mas sua história permanece viva na memória do público que o acompanhou e respeitou sua atuação no jornalismo brasileiro.


