Lenda do basquete, Oscar Schmidt é cremado com a camisa da Seleção em cerimônia íntima

Brasil – O ex-jogador Oscar Schmidt foi cremado na noite de sexta-feira (17), em uma cerimônia reservada apenas a familiares. Ídolo do esporte, ele foi levado ao ato final vestindo a camisa da Seleção Brasileira, símbolo de uma trajetória marcada por recordes e dedicação ao basquete.
Oscar morreu aos 68 anos após passar mal em sua residência, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao hospital, mas deu entrada em parada cardiorrespiratória e não resistiu.
Despedida discreta
A família optou por uma despedida íntima e sem divulgação do local da cremação. Em nota, agradeceu as manifestações de carinho e destacou o caráter reservado do momento.
“A despedida foi realizada de forma discreta apenas entre parentes próximos”, informou.
Luta pela saúde
Conhecido como “Mão Santa”, Oscar enfrentava problemas de saúde há mais de uma década. Desde 2011, ele tratava um tumor cerebral, que se agravou em 2013. Ao longo dos anos, também lidou com complicações cardíacas e passou por diversos tratamentos.
Nos últimos tempos, o ex-jogador vivia de forma mais reclusa e chegou a ser representado pelo filho em eventos importantes, como a homenagem no Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil.
Legado no esporte
Considerado o maior pontuador da história do basquete brasileiro, Oscar construiu uma carreira marcada por talento, carisma e identificação com a torcida, especialmente no Flamengo, onde encerrou sua trajetória como atleta.
Além dos feitos dentro de quadra, ele também deixou mensagens de valorização da vida e inspiração para novas gerações.
Com a morte de Oscar Schmidt, o Brasil perde um dos maiores nomes do esporte, mas mantém viva a história de um atleta que marcou época e conquistou admiradores dentro e fora das quadras.







