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Código-fonte das urnas eletrônicas é inspecionado pela PGR para eleições de 2026

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Código-fonte das urnas eletrônicas é inspecionado pela PGR para eleições de 2026

Brasil – O código-fonte das urnas eletrônicas utilizadas nas eleições gerais de 2026 começou a ser inspecionado por técnicos da Procuradoria-Geral da República (PGR). A fiscalização ocorre na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, e deve continuar até a próxima quinta-feira (13).

A iniciativa faz parte do Ciclo de Transparência Democrática da Justiça Eleitoral e tem como objetivo ampliar a transparência, a possibilidade de auditoria e a confiança da população no processo de votação.

Durante a inspeção, os técnicos analisam a programação das urnas eletrônicas, os módulos responsáveis pela captação dos votos e os softwares utilizados na transmissão e na totalização dos resultados.

A abertura dos códigos-fonte para fiscalização busca justamente permitir que instituições e entidades possam verificar os sistemas eleitorais e esclarecer eventuais dúvidas sobre o funcionamento das urnas.

O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, destacou que a iniciativa tem como finalidade demonstrar que os sistemas eleitorais podem ser submetidos à fiscalização.

“Mostrar que não tem nada de misterioso, não tem nada de secreto, muito pelo contrário. O nosso trabalho é justamente esse, de aprofundar a transparência e, com isso, aprofundar a confiança da população no nosso trabalho”, afirmou.

Fiscalização prevista em lei

A inspeção dos códigos-fonte está prevista na legislação eleitoral e faz parte de um conjunto de mecanismos de fiscalização e segurança adotados pela Justiça Eleitoral.

Além da análise dos códigos, o processo inclui os testes públicos de segurança, auditorias e a cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais.

Os códigos-fonte que serão utilizados nas eleições de 2026 foram disponibilizados pelo TSE para inspeção em outubro de 2025.

Partidos políticos e entidades fiscalizadoras também poderão realizar inspeções nos sistemas até setembro deste ano, antes da cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais.

A medida busca ampliar o acompanhamento por instituições autorizadas e reforçar a transparência do processo de preparação das urnas para as eleições gerais de 2026.

 

 


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