Brasília Amapá Roraima Ceará Pará |
Manaus
36º

Cidade governada pelo PT no Ceará autoriza estátua de 11 metros de Satanás; veja vídeo

Compartilhe
Cidade governada pelo PT no Ceará autoriza estátua de 11 metros de Satanás; veja vídeo

Brasil  – Em São Gonçalo do Amarante (CE), município administrado pelo Partido dos Trabalhadores (PT), a aprovação de uma estátua de 11 metros dedicada ao Diabo transformou a pacata Praia da Taíba no epicentro de um grave choque moral. Erguido por R$ 100 mil sob a tutela de uma líder que se autointitula “Mãe Rainha das Trevas”, o monumento expõe uma desconexão preocupante entre a administração pública e os valores tradicionais e éticos da maioria da sociedade brasileira.

A justificativa oficial para a instalação da obra escuda-se puramente na burocracia e no conceito de “liberdade religiosa”. No entanto, é imperativo questionar até que ponto essa premissa pode ser utilizada para normalizar o que fere frontalmente o bom senso da comunidade. A conivência da Prefeitura e do Governo do Estado ao emitir licenças ambientais e alvarás para um templo que exalta a figura de Satanás levanta sérias dúvidas sobre a responsabilidade do poder público ao endossar empreendimentos que causam repulsa, divisão social e escândalo público.

O Escudo da Liberdade e a Prática do Sacrifício

Além do absurdo que a própria figura de 11 metros representa, as práticas realizadas no local geram profundo repúdio e não devem ser isentas de críticas. O uso de sacrifício animal — envolvendo o abate de frangos, bois e bodes em rituais materialistas — é uma realidade que choca-se de frente com a ética moderna e a conscientização sobre o bem-estar animal.

Tentar amenizar o peso dessas ações alegando que a carne é posteriormente doada ou que são feitas festas para crianças não apaga a natureza brutal e abominável do ato sacrificial em si. A caridade não pode, nem deve, servir como um “passe livre” para higienizar publicamente rituais de derramamento de sangue. O uso de animais para propósitos mágicos e litúrgicos é uma prática que muitos consideram inaceitável, e a tentativa de acobertá-la sob a desculpa de “cultura” não a torna menos repulsiva.

A Falácia da Ressignificação

A líder religiosa e seus defensores tentam ressignificar a imagem do Diabo e as práticas da Quimbanda, alegando tratar-se de uma inofensiva “busca por evolução espiritual” e rotulando qualquer oposição como mero preconceito. Essa defesa falha miseravelmente em convencer aqueles que mantêm sua bússola moral intacta. Historicamente e culturalmente, essas figuras estão associadas à obscuridade, à destruição e ao mal, e elas não perdem essa carga negativa apenas porque seus praticantes exigem aceitação forçada.

A verdadeira tolerância em um país laico não exige que a sociedade aceite passivamente a degradação de seus valores comunitários ou celebre o culto às trevas em seu quintal. A estátua na Taíba não é apenas um amontoado de concreto e ferro; é o símbolo máximo de como brechas legais estão sendo exploradas para impor práticas que afrontam a ética pública, com a chancela de autoridades que parecem ter virado as costas para o bom senso.


Siga-nos no Google News Portal CM7

Banner Rodrigo Colchões Abaixo do Post


Carregar mais