“Quem vê cara não vê coração”: Mensagens entre casal revelam suspeita de plano macabro envolvendo tentativa de hom1cídio

Brasil – Um caso revoltante envolvendo uma criança de apenas 1 ano está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo. Segundo os investigadores, mensagens trocadas entre Thiago Willians Gutian Leal e Ana Julia de Carvalho Neves indicariam que o casal discutia agressões contra o bebê, incluindo uma suposta tentativa de afogamento em água quente.
Os dois foram presos temporariamente por suspeita de tortura e tentativa de homicídio contra a criança, em São João da Boa Vista, no interior paulista.
De acordo com a polícia, o conteúdo das conversas levantou a suspeita de que as agressões não teriam ocorrido apenas uma vez, mas fariam parte de uma sequência de violências discutidas entre o casal.
Bebê sofreu traumatismo craniano
O menino foi levado ao hospital em junho com ferimentos que, num primeiro momento, teriam sido atribuídos a uma queda da cama.
A avaliação médica, porém, encontrou outras lesões pelo corpo da criança. O bebê sofreu traumatismo craniano e precisou ficar cerca de um mês internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Foi a partir das suspeitas levantadas pela equipe médica que a Polícia Civil começou a investigar o que realmente teria acontecido.
Polícia encontrou objetos durante buscas
Ana e Thiago foram presos no dia 31 de agosto, por determinação da Justiça. Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, os policiais encontraram celulares, medicamentos controlados, algemas, uma bacia plástica, uma máquina de choque, uma colher de madeira e uma arma falsa.
Todo o material será analisado junto com as demais provas já reunidas no inquérito.
Investigação apura outras formas de violência
As mensagens também teriam referências ao uso de medicamentos sedativos e à imposição de atividades físicas incompatíveis com a idade do menino.
Agora, a Polícia Civil tenta reconstruir toda a sequência de agressões e definir a responsabilidade de cada investigado.
O casal permanece preso temporariamente e à disposição da Justiça. A investigação continua.

