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Parapentista sobrevive a queda livre de quase 150 metros em praia da Flórida; veja vídeo

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Parapentista sobrevive a queda livre de quase 150 metros em praia da Flórida; veja vídeo

Mundo – Um momento de puro terror se transformou em alívio na tarde da última sexta-feira (9/1) no litoral sul da Flórida. O parapentista motorizado Brian Wenglarz, de 52 anos, perdeu o controle de seu equipamento a uma altura estimada em cerca de 150 metros e despencou em espiral diretamente nas águas do Oceano Atlântico, próximo a Ocean Reef Park, em Riviera Beach.

Câmeras de banhistas e celulares capturaram a sequência dramática: o som característico da hélice do paramotor silencia de repente, a vela começa a oscilar violentamente e, em poucos segundos, o piloto entra em um giro descontrolado antes de atingir a água com força. O impacto ocorreu a aproximadamente 75 metros da areia, em uma área monitorada por salva-vidas.

Aqui estão algumas imagens que ilustram a gravidade do momento e o resgate:

A salva-vidas Sara Williamson, do Serviço de Resgate Oceânico do Condado de Palm Beach, foi a primeira a reagir. Em entrevista posterior, ela contou que o barulho do motor a chamou a atenção momentos antes da falha. “Eu vi o equipamento parar de funcionar e o paraquedas começar a balançar. Quando ele entrou na espiral, soube que ia cair na água. Corri imediatamente.”

Com a ajuda do colega John Wendel e de um praticante de snorkel que estava por perto, Williamson alcançou Wenglarz ainda preso ao equipamento parcialmente submerso. Após libertá-lo dos cabos e da mochila motorizada, os salva-vidas o trouxeram de volta à praia.

Surpreendentemente, o piloto saiu da água consciente e falando. Segundo relatos, ele apresentava apenas cortes e arranhões leves — ferimentos que ele atribuiu ao capacete que usava. Enquanto caminhava pela areia ainda molhado, Wenglarz chegou a brincar sobre ter perdido o celular no fundo do mar.

Confira abaixo outra sequência que mostra a queda e o paraquedas danificado na areia após o resgate:

As autoridades locais investigam a causa exata do acidente. A hipótese mais forte é a de uma rajada de vento repentina que teria causado o colapso parcial da vela e a parada do motor. O caso reacende o debate sobre a segurança de voos de paramotor em áreas próximas ao mar e reforça a importância de praticar o esporte em regiões vigiadas por salva-vidas.

Sara Williamson deixou um recado direto para quem gosta de aventuras aéreas e aquáticas:
“Segundos fazem toda a diferença. Voem, nadem e pratiquem esportes radicais sempre perto de quem pode salvar sua vida.”

Por sorte — e pela ação rápida da equipe de resgate —, o que poderia ter sido uma tragédia terminou como uma história de superação e gratidão no paraíso ensolarado da Flórida.


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