Paciente do Juventude TEA, representará o estado em competição nacional paralímpica

A trajetória do adolescente Richard Campos, de 16 anos, é um exemplo de como o esporte, aliado ao acompanhamento terapêutico, pode transformar vidas. Paciente do Centro Integral Juventude TEA, unidade da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) Richard encontrou no atletismo uma oportunidade de crescimento pessoal e inclusão.
Atualmente, o jovem se prepara para representar o Amazonas na 2ª Fase do Circuito Nacional Paralímpico Loterias Caixa, que será realizada nos dias 12 e 13 de junho, em São Paulo.
Especialista em provas de velocidade, Richard busca melhorar suas marcas e consolidar seu espaço entre os principais atletas paralímpicos da modalidade. Sua trajetória demonstra como o esporte pode potencializar habilidades físicas, emocionais e sociais, ampliando oportunidades e fortalecendo a participação de pessoas com TEA em diferentes espaços da sociedade.
A mãe do atleta, Raquel Costa, destaca a evolução do filho desde o início da prática esportiva. “O esporte começou como uma terapia para ele e hoje vejo todo esse desenvolvimento. Ele está representando o nosso estado e já teve a oportunidade de representar até mesmo o nosso país em uma competição internacional”, destacou.

Raquel detalha que os treinos começam às 5h da manhã e, mesmo com a rotina intensa, ele mantém as terapias às terças e quintas-feiras no Centro Integral Juventude TEA. “Esse acompanhamento tem ajudado muito no desenvolvimento da fala, da interação social e da convivência com outros adolescentes”, afirma.
Segundo Rodrigo Silva, responsável pelo gerenciamento técnico da equipe multidisciplinar do Centro Integral Juventude TEA, a unidade tem buscado incentivar o desenvolvimento dos pacientes por meio de diferentes iniciativas. “O Centro Integral Juventude TEA tornou-se um dos apoiadores do Richard, reforçando nosso compromisso com o desenvolvimento de pessoas neurodivergentes. Acreditamos que investir em talentos como o dele é investir em inclusão, autonomia e qualidade de vida. Ver um paciente alcançar esse nível de competição é motivo de orgulho para toda a equipe”, destaca.








