O craque ignorado: Por que Ancelotti escondeu Endrick quando o Brasil mais precisava?

Mundo – A expectativa era gigante. O mundo queria ver o que Endrick faria em sua estreia em Copas, mas o roteiro foi engavetado por Carlo Ancelotti. Antes mesmo de a bola rolar, a torcida brasileira já havia torcido o nariz para a escolha por Igor Thiago no comando de ataque. Mas foi com o jogo empatado em 1 a 1 que a ausência do camisa 19 se tornou ensurdecedora.
O Brasil precisava de criatividade, explosão e faro de gol — características que sobram na jovem estrela. Ancelotti mexeu no time cinco vezes. Olhou para o banco, fez suas substituições, mas ignorou o clamor de milhões de brasileiros que exigiam o atacante em campo.
Nas redes, a indignação não perdoou a contradição do treinador:
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“Ancelotti odeia muito o Endrick.”
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“É inacreditável precisar de gol e não colocar o Endrick.”
Seja por uma questão tática, física ou pura teimosia, o fato é que Ancelotti comprou uma briga com a torcida logo no primeiro jogo. Para a partida contra o Haiti, na próxima sexta-feira, a pressão não será apenas pela vitória, mas para que o talento de Endrick finalmente seja libertado.








