Copa do Mundo 2026: Vini Jr. é acusado de manipular pênalti para evitar prejuízo milionário às bets

Mundo – A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega na Copa do Mundo desencadeou uma série de especulações nas redes sociais após o pênalti batido por Bruno Guimarães. O lance, decisivo para a derrota do Brasil, levou internautas a levantar teorias envolvendo o atacante Vini Jr. e seu contrato publicitário com uma casa de apostas.
A principal narrativa compartilhada nas plataformas digitais sugere, sem qualquer comprovação, que Vini Jr. teria deixado de cobrar a penalidade por ser embaixador de uma empresa do setor de apostas esportivas. Segundo os usuários que propagaram a teoria, caso o atacante tivesse convertido o pênalti, a empresa precisaria pagar apostas feitas em seu favor.
Para reforçar essa hipótese, internautas argumentaram que Bruno Guimarães não seria o cobrador mais indicado da equipe. O volante soma nove cobranças de pênalti na carreira, com sete gols marcados e duas cobranças desperdiçadas, números que passaram a ser usados como base para os questionamentos.
Outro fator que ampliou a repercussão foi uma ação publicitária exibida durante a transmissão da CazéTV, na qual a Bet Nacional promovia um mercado de apostas envolvendo Vini Jr. com odds elevadas, oferecendo retorno maior aos apostadores caso o jogador marcasse. O fato de o atacante ser garoto-propaganda da empresa contribuiu para a disseminação das especulações nas redes.
Apesar da repercussão, não há qualquer evidência que sustente as teorias compartilhadas pelos internautas.
Após a partida, Vini Jr. afirmou que a definição do cobrador foi uma decisão da comissão técnica e negou que tenha se recusado a bater o pênalti. O técnico Carlo Ancelotti também esclareceu o episódio e explicou que a ordem dos cobradores havia sido definida antes da partida com base em estudos estatísticos realizados pela equipe técnica.
Segundo o treinador italiano, entre os jogadores que permaneciam em campo no momento da cobrança, Bruno Guimarães era a opção considerada mais adequada para executar a penalidade.
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