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Copa do Mundo 2026: trabalhadores terão folga nos jogos da seleção? Confira as leis trabalhistas

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Copa do Mundo 2026: trabalhadores terão folga nos jogos da seleção? Confira as leis trabalhistas

Brasil – A divulgação da lista de convocados da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 já começou a movimentar a rotina dos brasileiros. Com partidas marcadas para horários noturnos e algumas delas em dias úteis, muitos trabalhadores agora tentam encontrar formas de conciliar a paixão pelo futebol com os compromissos profissionais.

Os primeiros jogos do Brasil na fase de grupos acontecerão nos Estados Unidos e já têm datas e horários definidos.

Confira:

• 13 de junho, às 19h — Brasil x Marrocos, em Nova York
• 19 de junho, às 22h — Brasil x Haiti, na Filadélfia
• 24 de junho, às 19h — Brasil x Escócia, em Miami

A Copa do Mundo de 2026 será disputada entre os dias 11 de junho e 19 de julho, com sedes espalhadas entre Estados Unidos, Canadá e México.

O calendário reacendeu uma dúvida comum entre os torcedores: empresas são obrigadas a liberar funcionários durante os jogos da seleção?

A resposta é não. Segundo especialistas em Direito do Trabalho, partidas da Copa não são consideradas feriados e, por isso, o expediente segue normalmente, independentemente do horário dos confrontos.

Mesmo assim, muitas empresas costumam flexibilizar a jornada em anos de Mundial. Algumas liberam os funcionários mais cedo, permitem home office ou até transmitem os jogos no próprio ambiente de trabalho.

Pontos importantes para os trabalhadores:

• A empresa não é obrigada a liberar funcionários
• Faltas sem autorização podem gerar descontos salariais
• Advertências e suspensões podem ocorrer em casos de reincidência
• Horas liberadas podem ser compensadas depois, mediante acordo

Especialistas também alertam que assistir aos jogos durante o expediente sem autorização pode ser interpretado como indisciplina.

Já para trabalhadores de áreas essenciais, como saúde, transporte, segurança e atendimento ao público, as regras costumam ser ainda mais rígidas, já que muitos setores precisam manter funcionamento contínuo durante os jogos.

Diante da falta de uma regra nacional específica para a Copa do Mundo, advogados reforçam que o diálogo entre patrões e funcionários é o melhor caminho para evitar conflitos e garantir organização durante o torneio.


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