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Justiça inicia julgamento do rapper Oruam, acusado de tentativa de homicídio contra policiais

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Justiça inicia julgamento do rapper Oruam, acusado de tentativa de homicídio contra policiais

Brasil – A Justiça do Rio de Janeiro realiza na tarde desta segunda-feira (11) a audiência de instrução e julgamento do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido artisticamente como Oruam. O artista é réu por duas tentativas de homicídio qualificado contra policiais civis, em um processo que tramita no Tribunal do Júri.

O caso tem origem em uma operação realizada em julho de 2025 por agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), no Joá, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Os policiais cumpriam um mandado de busca e apreensão contra um adolescente investigado por tráfico de drogas que, segundo as investigações, estaria na residência do cantor.

De acordo com o Ministério Público, Oruam e outros acusados teriam arremessado pedras contra os agentes durante a ação policial, assumindo o risco de provocar a morte dos policiais. Além das acusações de tentativa de homicídio, o rapper também responde por resistência, desacato, ameaça e dano qualificado.

A audiência desta segunda marca o início da fase de instrução do processo, etapa em que serão analisadas provas e ouvidas testemunhas envolvidas no caso.

Atualmente, Oruam é considerado foragido da Justiça. A prisão preventiva do artista foi restabelecida após a revogação de um habeas corpus, motivada pelo descumprimento de medidas cautelares impostas anteriormente, entre elas regras relacionadas ao monitoramento por tornozeleira eletrônica.

O rapper também é investigado em outra frente policial. No fim de abril, ele passou a integrar a lista de procurados em uma operação da Polícia Civil que apura um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Comando Vermelho. A ofensiva cumpria mandados expedidos pela Justiça do Rio.

Na mesma investigação, também foram alvos da DRE a empresária Márcia Gama e Lucas Santos Nepomuceno, irmão do cantor. Márcia havia sido alvo de um mandado de prisão durante a Operação Contenção Red Legacy, em março, mas não foi localizada na ocasião.

No início de abril, a Justiça concedeu habeas corpus à mãe do rapper, que deixou de constar na lista de procurados. Segundo as informações mais recentes do caso, todos seguem foragidos.


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