“Cinco dias após o ‘sim’, o pesadelo começou”: ex-esposa revela que João Lima mostrou ciúme doentio durante a lua de mel
Brasil – O que parecia o conto de fadas perfeito virou um verdadeiro filme de terror. A médica e influenciadora Raphaella Brilhante, que casou com o cantor paraibano João Lima em novembro de 2025, quebrou o silêncio nesta segunda-feira (26) e revelou detalhes chocantes sobre o ciclo de abusos que começou apenas cinco dias após o casamento, ainda durante a tão sonhada lua de mel.
Em entrevista emocionada à TV Cabo Branco, Raphaella descreveu um padrão de controle que, segundo ela, foi disfarçado de “ciúme normal” no início, mas logo evoluiu para vigilância obsessiva e violência física. “O que eu achava que era ciúme, na verdade já era controle. Ele era muito ciumento. Eu não podia ir à academia sozinha, tinha que levar minha mãe. Se eu fosse só, precisava avisar a cada minuto: quando chegava, quando saía, se passasse mais de uma hora, ele começava a brigar dizendo que eu estava fazendo algo errado”, relatou a vítima, com a voz embargada.
O pior, porém, veio rápido. “Cinco dias depois, na minha lua de mel, ele já me bateu”, confessou Raphaella, revelando que as marcas de agressão já apareciam em fotos do período romântico — braços com hematomas que contrastavam com os sorrisos forçados do casal recém-casado.
As câmeras de segurança de 18 de janeiro registraram cenas que chocaram o Brasil: socos, apertões na mandíbula, amordaçamento para calar os gritos da vítima e, em um dos momentos mais graves, o cantor entregando uma faca à esposa e ordenando que ela se matasse. A denúncia, registrada na Delegacia da Mulher de João Pessoa (PB), culminou na decretação de prisão preventiva pela Justiça.
João Lima se apresentou à Polícia Civil na manhã desta segunda-feira e foi preso. Em nota à imprensa, sua defesa confirmou a entrega voluntária, mas o cantor, em áudios vazados, alegou “não ter memória” das agressões — versão que contrasta fortemente com as provas em vídeo e os relatos detalhados da ex-esposa.
O caso reacende o debate sobre violência doméstica em relacionamentos públicos, especialmente quando o agressor é uma figura conhecida no cenário do forró paraibano. Raphaella, que hoje luta para se reerguer física e emocionalmente, resumiu o sofrimento em poucas palavras: “Tudo dói: as lesões, as marcas, a alma…”.
A investigação segue em andamento, e a Polícia Civil não descarta novas diligências. Enquanto isso, nas redes sociais, o nome de João Lima divide opiniões entre fãs que pedem “segunda chance” e internautas que exigem punição exemplar.


