Atriz venezuelana Gaby Spanic, a ‘Usurpadora’, celebra captura de Nicolás Maduro pelos EUA; veja vídeo
Mundo – A atriz venezuelana Gaby Spanic, imortalizada como Paola e Paulina Bracho na novela mexicana A Usurpadora, não escondeu a alegria com a captura do presidente Nicolás Maduro pelas forças especiais dos Estados Unidos nesta sábado (3). Morando atualmente no Brasil, a estrela das telinhas usou suas redes sociais para comemorar o que chamou de “liberdade” para a Venezuela.
Gaby repostou um vídeo gravado em agosto de 2024, apenas um mês após a controversa reeleição de Maduro, no qual ela profetizava a queda do regime. “Eu não sou profeta, eu não sou pastora, eu só amo a Cristo. Falta pouco, muito pouco para a Venezuela ser livre. Existe uma guerra espiritual na Venezuela. Estamos remando para a sua vitória, Senhor, para sua honra e Glória. Tem muita magia negra, sacrifício com animais… Tem muita imundice”, declarava a atriz na ocasião.
Ela prosseguia com fervor religioso: “Precisamos nos purificar. Nosso país será livre! Temos que ter fé e esperança. A casa de Deus! Para mim, Venezuela querida e meus irmãos venezuelanos! Protegido e selado com o precioso sangue de Cristo! Amém! Nós te amamos, Senhor! Obrigado por nos dar a liberdade! Toda honra e glória a ti Senhor! Nosso comandante em chefe!”.
Para completar a celebração, Gaby compartilhou uma imagem ilustrativa com o mapa da Venezuela inserido em uma cena bíblica, reforçando sua visão espiritual sobre os eventos políticos no país natal.
Nascida em Ortiz, na Venezuela, Gaby Spanic construiu carreira de sucesso no México, onde viveu por anos antes de se mudar para o Brasil. A atriz, conhecida por papéis marcantes em novelas exibidas no SBT, como *A Usurpadora*, tem se posicionado abertamente contra o governo chavista há anos, tornando sua reação um dos destaques entre celebridades venezuelanas no exílio.
A captura de Maduro, anunciada pelo presidente Donald Trump, divide opiniões ao redor do mundo: enquanto opositores e exilados venezuelanos festejam, governos aliados condenam a ação como violação da soberania.


