Eleitor pode ser preso no ato de votação se não confirmar biometria e não provar identidade

Tarso Lima alerta que se o mesário identificar que se trata de um caso de falsidade ideológica (quando uma pessoa identifica-se como outra pessoa), o eleitor estará cometendo crime eleitoral. “Se ele estiver com um documento que não é dele e isso ficar comprovado pela observação dos mesários e pela identificação biométrica, os presidentes da mesa chamarão o juiz ou promotor que tomarão as providências cabíveis”, disse.
Todos os problemas que ocorrerem durante a votação serão registrados em ata. “Quando o eleitor vier fazer uma reclamação do que ocorreu durante a votação, já teremos uma ata e dificilmente ele será punido, desde que comprove sua identificação”, reiterou Tarso.
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