Tentou calar, mas perdeu: Justiça barra ação de Paula Litaiff e expõe perseguição contra Cileide Moussallem e CM7
Amazonas – O que era para ser mais uma tentativa de silenciar críticas virou um novo revés judicial. A blogueira conhecida como desequilibrada jornalista, Paula Litaiff voltou a acionar a Justiça contra o Portal CM7, Google e Facebook alegando dano moral por uma matéria jornalística, mas o resultado foi uma derrota contundente. O Judiciário do Amazonas julgou a ação totalmente improcedente, deixando claro que não houve difamação e que a publicação está amparada pela liberdade de imprensa.
Nos autos, o próprio juiz reconheceu que, mesmo havendo um detalhe formal sobre a origem da condenação mencionada na matéria, o fato principal era verdadeiro e não houve qualquer abalo capaz de gerar indenização. Mais do que isso: a decisão reforça que a crítica jornalística, quando baseada em fatos, é direito constitucional, especialmente quando envolve figuras públicas e temas de interesse social.
Nos bastidores, a leitura é explosiva. A sequência de ações movidas contra Cileide Moussallem e o Portal CM7 vem sendo interpretada como uma tentativa de intimidação judicial, uma estratégia para desgastar, pressionar e tentar frear a atuação crítica do portal. Só que, até agora, o efeito tem sido o oposto: cada nova investida termina em derrota e fortalece o entendimento de que não se pode usar o Judiciário como ferramenta para calar a imprensa.
A sentença é clara ao destacar que não houve “animus diffamandi” e que o interesse público se sobrepõe a suscetibilidades pessoais. Traduzindo: processo não pode virar instrumento de censura.
Enquanto isso, Cileide Moussallem segue mantendo sua linha de atuação firme, e o CM7 continua publicando conteúdos de interesse público, agora com mais um respaldo judicial que reforça a legitimidade do trabalho jornalístico.
O recado que ecoa nos corredores forenses é direto: tentar intimidar pela via judicial não está funcionando. E cada nova derrota só amplia o debate sobre o uso de processos como arma contra a liberdade de expressão.
Confira os documentos:
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