Paula Litaiff mente e usa documento do MP para manipular narrativa e acusar o CM7 sem provas
Manaus – Paula Litaiff, em seu blog Cenarium, usou um documento oficial do Ministério Público do Amazonas (MP-AM) para criar uma narrativa sobre supostos crimes envolvendo Cileide Moussallem e Thiago Quara — uma narrativa que não existe na realidade jurídica. O parecer, datado de 28 de janeiro de 2026, está em fase preliminar, sem condenação, sem decisão de mérito e sem processo criminal efetivo.
Assinado pela promotora Rogeanne Oliveira Gomes da Silva e Cavalcanti, da 2ª Promotoria Criminal da Capital, o documento trata de uma queixa-crime privada, iniciada por um particular, e não de denúncia do Ministério Público. Mesmo assim, Litaiff construiu acusações como se houvesse responsabilização penal já definida, manipulando fatos de forma irresponsável e de má-fé.
O que o MP realmente diz
O parecer do MP deixa claro que:
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O primeiro passo é a audiência de conciliação;
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Se não houver acordo, será tentada reconciliação entre as partes;
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Somente após essas etapas, o juiz poderá decidir se recebe ou não a queixa-crime;
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Mesmo que recebida, o sursis processual pode suspender o processo, impedindo qualquer condenação.
Ou seja, não existe ação penal em andamento, e o caso segue apenas em fase preliminar, com possibilidade de acordo e solução consensual antes de qualquer julgamento.
Veja documento:
Narrativa manipulada versus realidade
Enquanto o documento mostra etapas iniciais de resolução de conflito, a interpretação divulgada pelo blog cria uma história de culpabilidade inexistente. O conteúdo oficial do MP confirma:
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Caso em fase inicial;
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Tentativas obrigatórias de acordo;
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Ausência de decisão de mérito;
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Sem sentença, sem condenação.
Manipulação que coloca reputações em risco
O uso indevido de um documento oficial para sugerir crimes inexistentes não é apenas enganoso, é perigoso. Em contextos que envolvem a esfera criminal, a leitura técnica dos documentos é essencial para evitar conclusões precipitadas. A lei prevê etapas para garantir contraditório, ampla defesa e possibilidade de conciliação — elementos ignorados na narrativa publicada.
O documento do MP deixa claro: qualquer interpretação que afirme existência de crimes ou responsabilização penal é falsa e manipuladora. A tentativa de criminalizar Cileide Moussallem e Thiago Quara através de distorção de fatos evidencia irresponsabilidade jornalística e má-fé na divulgação de informação pública.



